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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Memória / Gonzaguinha

Iniciou sua carreira artística em 1968, participando do I Festival Universitário de Música Popular do Rio de Janeiro, no qual classificou entre as finalistas sua música "Pobreza por pobreza".
No ano seguinte, venceu o mesmo festival com sua canção "O trem". Ainda em 1969, fundou, com Ivan Lins, Aldir Blanc e César Costa Filho, entre outros, o Movimento Artístico Universitário (MAU).
Em 1970, participou do V Festival Internacional da Canção (TV Globo) com suas músicas "Um abraço terno em você, viu mãe", lançada em compacto simples pela Odeon, e "Mundo novo, vida nova".
Três anos depois, gravou seu primeiro LP, "Luiz Gonzaga Jr.", com destaque para sua composição "Comportamento geral".
Em 1974, gravou mais um LP, que incluiu, entre outras, as canções "Galope" e "Meu coração é um pandeiro".
No ano seguinte, apresentou-se por todo o Nordeste do país, ao lado de Paulinho da Viola, Fagner e Amelinha. Ainda em 1975, lançou o LP "Plano de vôo", que registrou, entre outras, as canções "Mundo novo, vida nova" e "Geraldinos e Arquibaldos".
Em 1976, gravou o LP "Começaria tudo outra vez", com destaque para a faixa-título e "Espere por mim, morena", além da gravação de "Asa Branca" (Luiz Gonzaga). Com esse disco, sua carreira de compositor ganhou impulso.
Em 1977, lançou, o LP "Moleque Gonzaguinha", destacando-se "Dias de Santos e Silvas". Ainda nesse ano, suas canções "A felicidade bate à sua porta" e "Explode coração", gravadas respectivamente pelo grupo As Frenéticas e por Maria Bethânia, fizeram enorme sucesso.

Lançou, no ano seguinte, o LP "Recado", com destaque para "Petúnia Resedá", que obteve muito êxito na interpretação de Simone.
Em 1979, encabeçando a lista dos maiores arrecadadores de direitos autorais, lançou o LP "Gonzaguinha da vida", realizando show homônimo. O disco contou com a participação de Nana Caymmi na faixa "Por um segundo".
No ano seguinte, lançou o LP "Gonzaguinha: de volta ao começo", com destaque para "Ponto de interrogação", "Grito de alerta", "Sangrando" e "Bié, bié, Brasil". Transferiu-se, em seguida para Belo Horizonte (MG). Nessa capital, colaborou na programação de Música Popular Brasileira da Rádio Inconfidência.
Em 1981, gravou o LP "Coisa mais maior de grande", destacando-se as canções "Mergulho", "Quando se chega", "O saco cheio de Noel", "Simples saudade" e "Santa maravilha". Nesse ano, realizou turnê pelo Brasil, ao lado de Luiz Gonzaga, com o show "A vida do viajante", gravado ao vivo e lançado em LP duplo pela EMI/Odeon.
Em 1982, lançou o LP "Caminhos do coração", com destaque para a faixa-título, além do samba "O que é, o que é", logo convertido em grande sucesso.
No ano seguinte, gravou "Alô, alô, Brasil", disco que incluiu, entre outras, a canção "Um homem também chora", sucesso em gravação de Fagner.
Em 1984, gravou o LP "Grávido".
No ano seguinte, lançou "Olho de lince: trabalho de parto", destacando-se "Maravilhas banais" e "Deixa dilson". Ainda em 1985, participou do LP "Sanfoneiro macho", de Luiz Gonzaga, lançado pela RCA Victor.
Em 1986, fundou o selo Moleque, pelo qual lançou mais dois discos.
Dois anos depois, foi contemplado com o Prêmio Sharp. Ainda em 1988, participou do LP "Gonzagão e Fagner 2", lançado pela RCA Victor.
Após sua morte, foram lançados, pela EMI/Odeon, dois discos inéditos e ao vivo, um deles com Luiz Gonzaga.
Em 1997, seus 13 LPS gravados entre 1975 e 1985 foram relançados em CD remasterizados pela gravadora EMI/Odeon.
Autor de inúmeros sucessos como "Galope", "Começaria tudo outra vez", "Espere por mim morena", "A felicidade bate à sua porta", "Explode coração", "Petúnia Resedá", "Grito de alerta" "Um homem também chora", "Eu apenas queria que você soubesse", "Agora" e "Prêto que satisfaz" (da trilha sonora da novela "Feijão Maravilha", da TV Globo), suas músicas foram gravadas por diversos intérpretes como Luiz Gonzaga, MPB-4, Maria Bethânia, Marlene, Claudette Soares, Elis Regina, As Frenéticas, Simone, Nana Caymmi, Fagner, Agnaldo Timóteo e Joanna, entre outros.
Em 2001, dez anos após seu falecimento, a BMG lançou o CD "Simples saudade", uma coletânea de sucessos do compositor interpretados por vários artistas; Também nesse ano, Emílio Santiago gravou o CD "Um sorriso nos lábios", contendo exclusivamente canções de sua autoria. Ainda em 2001, a Universal Music lançou a coletânea "Luiz Gonzaga Jr. - Gonzaguinha", compilação de 11 músicas lançadas em compactos pelo compositor no final dos anos 1960 e início dos anos 1970.
Em 2006, a cantora Clara Becker lançou o CD “Dois maior de grande”, com canções do compositor e de seu pai, Luiz Gonzaga.
No ano seguinte, foi publicado o livro “Gonzaguinha e Gonzagão – Uma história brasileira” (Ediouro), de autoria de Regina Echeverria. Também em 2007 foi lançado o primeiro DVD do compositor, uma parceria entre a TV Cultura e a gravadora Performance Music, registro do programa “Ensaio”, com entrevista a Fernando Faro e a apresentação de 19 números musicais, produzido em 1990, um ano antes da morte prematura do artista. Também em 2007, sua gravação de "E vamos à luta", de sua própria autoria, foi tema de abertura da novela "Duas caras" (Rede Globo), de Aguinaldo Silva.
(Fonte / Dicionário Ricardo Cravo Albin da Música Popular Brasileira)

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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