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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sábado, 27 de setembro de 2014

Memória / Francisco Alves

O Rei da Voz - O que o Blog Rádio Campinarte está fazendo é muito pouco por quem fez tanto pela música brasileira. Francisco Alves um dos mais importantes nomes não só pela voz ou pelas composições, mas também por ter sido responsável pelo lançamento de muitos e muitos nomes (que a partir daí) passavam a ter visibilidade e o reconhecimento do público. Um dos maiores descobridores de talentos da história da música popular brasileira.


Francisco Alves por João Máximo / Foi o mais influente cantor brasileiro da primeira

metade do século. De sua estréia sob uma lona de circo em 1918 até sua morte trágica em 1952, foram 34 anos de primeiro plano, de sucesso, de impressionante presença, arrastando em sua carreira inúmeros seguidores, quando não imitadores. Como a quase totalidade dos barítonos e tenores anteriores à gravação elétrica – que, aliás, coube a ele inaugurar em 1927 –, guiou-se pela escola do bel-canto, mais afinada pelos padrões da ópera clássica do que por um cantar brasileiro ainda em formação: para que suas vozes fossem registradas pelo primitivo sistema mecânico de registro fonográfico, de microfones pouco sensíveis, tenores e barítonos valiam-se mais da potência do que de outros recursos. Numa palavra, “gritavam” mais que “cantavam”. Francisco Alves jamais se livraria de todo desse estilo semi-operístico, mas se tornaria mais natural a partir da gravação elétrica e, principalmente, de seus duetos em disco (24 ao todo) com Mário Reis, este, sim, um cantor já brasileiro, na emissão de voz, na naturalidade e na pronúncia. Essas diferenças entre Francisco Alves e Mário Reis, anotadas por vários estudiosos da música popular, já eram ressaltadas por Mário de Andrade no ensaio “A pronúncia cantada e o problema do nasal brasileiro através dos discos”, de 1938. Sendo assim, a que se deve a importância do chamado Rei da Voz? Qual o porquê de sua influência sobre seus pares? Primeiramente, à sua musicalidade, ao seu faro para descobrir canções destinadas ao sucesso. Entre elas, os sambas de compositores desconhecidos, pedras brutas dos morros cariocas (Ismael Silva, Cartola, Bide, Marçal, Brancura, Gradim), que o intérprete lapidou com sua voz. É verdade que resultou disso um produto híbrido, o samba espontâneo dos morros vestidos pelo artificialismo do cantor. Mas uma hibridez de grande agrado popular e que, entre outras coisas, tirou aqueles sambistas do anonimato. Em seguida, e até o fim da vida, o cantor seguiu perseguindo o sucesso (ou o sucesso a ele). Música de carnaval, sambas-canções de meio de ano, as exaltações de Ary Barroso, as incontáveis versões, de tudo um pouco, num repertório de mais quantidade que qualidade.
Em seu tempo, ninguém gravou tanto. Já o Francisco Alves compositor está a merecer um estudo mais atento. Se é verdade que comprava sambas daquelas pedras brutas, tornando-se seu parceiro, não há como negar que, com sua musicalidade, ele próprio era capaz de compor lindas melodias, do que são exemplos as valsas serenatas com letras de Orestes Barbosa.

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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