Homenageado do mês de Outubro / Zé Ramalho, José Ramalho Neto / * 3/10/1949 Brejo da Cruz, PB / Cantor. Compositor. Produtor / Seu pai faleceu quando ele tinha dois anos de idade, sendo então entregue pela mãe ao avô, José Alves Ramalho.

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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
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sábado, 28 de novembro de 2015

Campinarte Especial / Benito di Paula

Perfil
. Uday Velloso (Benito di Paula)
. Nascido em Nova Friburgo (RJ), em 28/11/41
. Maiores sucessos: Mulher brasileira e Charlie Brown
. Estimativa de vendagem em 40 anos de carreira: 25 milhões

. Disco mais recente: Benito di Paula ao vivo (2009)
(06/05/2013) - "O meu negócio é show, público, ginásio, é viajar. Fiquei muitos anos sem gravar e voltei a fazer um trabalho ao vivo há três anos porque meus filhos insistiram."


Não é qualquer pessoa que recebe uma homenagem de Luiz Gonzaga e ganha de presente uma música do Rei do Baião. “Nem com os Beatles isso ocorreu. Sou mais importante do que eles”, brinca o cantor, compositor e pianista Benito di Paula, de 71 anos. Em 1977, Gonzagão compôs a música 'Chapéu de couro e gratidão', em que entoava: “Como é bonito, Benito”. Aliás, este não é o nome de verdade do artista nascido em Nova Friburgo, Região Serrana do Rio, que foi batizado como Uday Velloso. De família cigana por parte de pai, ele conta que ninguém mais o chama assim há anos. “Se chamarem, nem atendo. É um nome indiano e diferente. Significa ‘chefe da tribo’”, revela.
O nome Benito foi sugerido por um português, proprietário de um hotel e de uma boate em sua cidade, que considerava Uday inapropriado e pouco sonoro para a televisão. “Fizeram uma enquete e ficou Benito. E, como era italiano, sugeri o di Paula. Virei Benito mesmo, não tem jeito”, recorda.

Há quatro décadas na estrada, o cantor considera que começou um pouco tarde e foi muito influenciado pelo pai, que, quando não estava trabalhando como ferroviário, gostava de se aventurar na música, seja tocando acordeom, violão de sete cordas ou cavaquinho. “Todo mundo lá em casa sempre gostou desse negócio de cantar e tocar. Tenho, inclusive, um irmão, o Ney, que se apresenta comigo. E meu filho, Rodrigo Velloso, está indo pelo mesmo caminho, lançou dois CDS. É algo que está no sangue”, acredita.

O DNA cigano se manifestou desde menino, pois, apesar de ter residência fixa em São Paulo há anos, ele gosta mesmo é de viajar. E não poderia ter escolhido outra profissão. “Cada dia estou num lugar diferente. Fiz um show outro dia em Recife para 80 mil pessoas, depois fui para o Ceará. Agora, vou para o interior paulista. Meu negócio é rodar mesmo”, afirma. E, embora não esteja sempre aparecendo na imprensa, especialmente na televisão, que ele considera ruim, diz não ligar para esse descaso da mídia. O cantor conta que chegou a ter um programa na TV, 'Benito di Paula e seus convidados – Brasil Som 75', na Tupi, mas não suportou. “Era muito jabá. Meu negócio é show, público, ginásio, é viajar. Fiquei muitos anos sem gravar e voltei a fazer trabalho ao vivo há três anos, porque meus filhos insistiram. Ninguém liga para a cultura neste país”, brada.

Benito di Paula começou a carreira nos anos 1960, como crooner em boates cariocas

Legião de fãs
Com seu inseparável piano e sempre de terno, Benito di Paula também lamenta o preconceito que sofreu ao longo dos anos por alguns setores, apesar de assegurar que não liga e que isso nunca o atrapalhou a continuar o seu processo criativo. Faz questão de exaltar seu trabalho e diz que, se tem tanto tempo de carreira e uma legião de fãs, inclusive no exterior, é porque tem talento. “Ninguém pode discriminar ninguém. Mas tem uma canalhada que não está nem aí. E até alguns artistas são assim. Você já viu algum colega elogiar o outro? Estou sempre falando bem de Gonzagão, Tom Jobim, Chico Buarque. Faço questão mesmo. Tem uma turma aí que fala mal de mim, antes mesmo de me conhecer. Um bando de covardes. Isso é sacanagem”, desabafa. Ele defende que, assim como qualquer outro, é um artista popular e merece respeito e reconhecimento. “Se você analisar, todo artista que tem público é popular. Tem artista mais popular do que os Rolling Stones ou do que os Beatles? Não importa se é classe A, B ou Z, ou se é Chico Buarque, Noel Rosa ou Roberto Carlos. Ninguém é menos artista do que o outro só porque canta para a elite. Isso é uma grande bobagem”, destaca.
Benito – que nos anos 1970 chegou a disputar a liderança das vendas de disco com Roberto Carlos – é autor de sucessos como 'Mulher brasileira, Retalhos de cetim e Charlie Brown' e foi classificado por muita gente como representante do samba joia (samba tradicional com piano e arranjos românticos e jazzísticos). Mas ele mesmo refuta esse rótulo e assegura que seu estilo é o latino-americano. “Meu negócio é cubano, chá-chá-chá, bolero. Tenho sim influência do samba de Ataulfo Alves, mas acho que fui muito associado a isso porque montei várias rodas de samba em São Paulo”, justifica.
O cantor e compositor, que é autodidata, afirma que tem muito orgulho de tudo o que construiu e ainda mais vindo de uma família humilde. Ele se sente realizado por saber que tanta gente importante, inclusive estrangeiros, como Stevie Wonder, Sarah Vaughan, Ravi Shankar e o seu ídolo, o pianista Oscar Peterson, o admira. “Graças a Deus, sou um homem que conhece bem a vida. Tenho gratidão enorme pelo meu público. Pessoas espalhadas pelo mundo. Mas isso é fruto de muita ralação, dedicação. Tem gente que não dá colher de chá para mim, mas continuo aí e vou continuar”, avisa.

(Texto / Ana Clara Brant - EM Cultura)

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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