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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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terça-feira, 24 de janeiro de 2017

G. R. E. S. Imperatriz Leopoldinense


O Grêmio Recreativo Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense foi fundado em 6 de março de 1959 por Amaury Jório, José da Silva (Zé Gato), Elísio Pereira de Mello, Agenor Gomes Pereira, Vicente Venâncio da Conceição, Jorge Costa (Tinduca), Manoel Vieira (Sagui), Aloísio Soares Braga (Índio), Francisco José Fernandes(Canivete) e Osvaldo Gomes Pereira (seu primeiro presidente), entre outros dissidentes da Recreio de Ramos, presentes na reunião na casa de Amaury Jório. Em sua bandeira, são lembrados através de 11 estrelas douradas, os bairros da Leopoldina, sendo as cores desta bandeira a ouro, a verde e a branca, recordando as cores de sua Escola madrinha - a Império Serrano. No livro de ata da fundação da escola, consta que o nome da agremiação foi inspirado na linha de ferro Leopoldina, e ainda de acordo com a ata, esse fato se deu, para que a escola tivesse um nome que representasse todo o subúrbio da Leopoldina. Inclusive a coroa, símbolo da da escola, é uma referência à coroa do Primeiro Reinado, ou seja, reinado no qual a Imperatriz Leopoldina governou o Brasil. No mesmo ano de 1959, a escola conseguiu o Alvará de Localização, sendo a pioneira neste fato, ficando a sede por cinco anos, na casa do próprio Amaury Jório. Em 1959 recebeu Menção Honrosa no Concurso de Ornamentação da cidade do Rio de Janeiro. Em 1967 a escola inovou ao criar o primeiro Departamento Cultural de uma escola de samba. Amaury Jório connvidou o médico e pesquisador Hiram Araújo para presidi-lo. Segundo Hiram Araújo, no livro "Carnaval - Seis Mil Anos de História", inicialmente começou desfilando no Grupo 3, em 1960, classificando-se em sexto lugar com o enredo "Homenagem à Academia de Letras". Em 1961, passou para o Grupo 2, após a vitória com o enredo "Riquezas e Maravilhas do Brasil". No ano seguinte, conseguiu o quinto lugar com o enredo "Rio no século XVIII, Homenagem a Carlos Gomes de Andrade, O Conde de Borbadela". Em 1963, ainda desfilando pelo Grupo 2, classificou-se em terceiro lugar com o enredo "Três Capitais". No ano posterior foi vice-campeã do Grupo 2 com o enredo "A Favorita do Imperador-Marquesa de Santos", subindo para o primeiro grupo. Em 1965, tirou o 10º lugar no primeiro grupo com o enredo "Homenagem ao Brasil no IV Centenário do Rio de Janeiro", descendo para o segundo grupo, por não ter feito um bom desfile, tendo em vista a verba que empregou na nova sede, situada à rua Professor Lacê, 235, em Ramos. Em 1966, obteve o 2º lugar no Grupo 2 com o enredo "Monarquia e Esplendor da História". Em 1967, obteve o nono lugar no Grupo 1 com o enredo "Vida Poética de Olavo Bilac". Neste mesmo ano, Amaury Jório convidou para integrar o Departamento Cultural Oswaldo Macedo, Ilmar de Carvalho, Fernando Gabeira e Hiram Araújo. Em 1968, tirou o segundo lugar no Grupo 2 com o enredo "Bahia em Festa", com samba-enredo de Bide e Carlinhos Sideral. No ano seguinte, obteve o oitavo lugar no Grupo 1 com o enredo "Brasil, Flor Amorosa de Três Raças", com samba-enredo de Carlinhos Sideral e Matias de Freitas, considerado por Pixinguinha um dos melhores sambas-enredos de todos os tempos. Em 1970, classificou-se em sexto lugar no Grupo 1 com o enredo "Oropa, França e Bahia", uma homenagem à Semana de Arte de 1922, com samba-enredo de Carlinhos Sideral e Matias de Freitas. No ano seguinte tirou o sétimo lugar do Grupo 1 com o enredo "Barra de Ouro, Barra de Rio, Barra de Saia". Nos anos posteriores, ficaria alternando as suas posições entre o primeiro e o segundo grupo com as seguintes colocações: 1972, quarto lugar no Grupo 1, com o enredo "Martim Cererê", homenagem ao poeta paulista Cassiano Ricardo; 1973, quinto lugar do Grupo 1 com o enredo "ABC do Carnaval à Maneira da Literatura de Cordel"; 1974, sexto lugar do Grupo 1 com o enredo "Réquiem por um Sambista, Silas de Oliveira"; 1975, oitavo lugar do Grupo 1 com o enredo "A Morte da Porta-Estandarte"; 1976, oitavo lugar no Grupo 1 com o enredo "Por Mares Nunca Dantes Navegados"; 1977; nono lugar do mesmo grupo com o enredo "Viagens Fantásticas às Terras de Ibirapitanga"; 1978, segundo lugar do Grupo 2 com o enredo "Vamos Brincar de ser Criança"; Só em 1979, recuperou-se definitivamente, firmando-se no Grupo 1A, obtendo o sétimo lugar com o enredo "Oxumaré, A Lenda do Arco-Íris". Sob a direção do carnavalesco Arlindo Rodrigues a escola fez quatro carnavais que marcaram a sua história: 1980, primeiro lugar com o enredo "O Quê que a Bahia Tem?"; 1981, primeiro lugar com o enredo "O Teu Cabelo Não Nega"; 1982, terceiro lugar com o enredo "Onde Canta o Sabiá" e em 1983, quarto lugar com o enredo "O Rei da Costa do Marfim Visita Chica da Silva em Diamantina". Em 1984, quarto lugar com o enredo "Alô Mamãe"; 1985, sexto lugar com o enredo de João Felício dos Santos "Adolã, Cidade Mistério" e samba de Carlinhos Sideral; 1986, oitavo lugar com o enredo "Um Jeito para Ninguém Botar Defeito (Agüenta Coração); 1987, sexto lugar com o enredo "Estrela Dalva"; 1988, 14º lugar com o enredo "Conta Outra Que Essa Foi Boa"; 1989, primeiro lugar com o enredo "Liberdade, Liberdade, Abre as Asas Sobre Nós". Em 1990, a Escola passou a fazer parte do Grupo Especial ganhando o quarto lugar com o enredo "Terra Brasilis, o que se Plantou Deu"; 1991, terceiro lugar com o enredo "O Que é Que a Banana Tem? "; 1992, terceiro lugar com o enredo "Não Existe Pecado Abaixo do Equador" (que marcou a estreia da carnavalesca Rosa Magalhães): 1993, segundo lugar com o enredo "Marquês que é Marquês do Saçarico é Freguês"; 1994, primeiro lugar com o enredo "Catarina de Médicis na Corte dos Tubinambôs e Tabajéres"; 1995, primeiro lugar com o enredo "Mais Vale um Jegue que me Carregue, que um Camelo que me Derrube, lá no Ceará"; 1996, segundo lugar com o enredo "Leopoldina, Imperatriz do Brasil"; 1997, sexto lugar com o enredo "Eu Sou da Lira Não Posso Negar", homenagem à compositora, maestrina e pioneira da MPB, Chiquinha Gonzaga; 1998, terceiro lugar com o enredo "Quase Ano 2000". Ganhou os campeonatos de 1980, 1981 e 1989, com enredos de Arlindo Rodrigues. Na década de 1980, sob a presidência de Luiz Pacheco Drumond, iniciou uma escalada de sucesso em seus carnavais, colocando-se sempre entre as melhores escolas do Rio de Janeiro. Em 1997, foi investido no cargo de Presidente da Escola Wagner Araújo. Em 1999, desfilou com o enredo exaltando a defesa da terra às vésperas do terceiro milênio "Brasil Mostra a Tua Cara... Theatrum Rerum Naturalium Brasiliae", com samba de César Som Livre, Waltinho Honorato, João Esteves e Eduardo Medrado. Neste mesmo ano foi campeã, ganhando o primeiro lugar no Grupo Especial. Quanto à Comissão de Frente, esta tem sido uma das principais atrações em seus desfiles, que vem sofrendo transformações - na década de 1960, era composta por mulatas vestidas com fantasias deslumbrantes de acordo com o enredo; na década de 1980, trazia jogadores do futebol carioca e a nata dos sambistas; nos anos 90, a Comissão de Frente, ficou famosa por apresentar outra inovação; coreografia que representam dramaticamente o enredo e trazer jovens ligados a sua comunidade. Sua Ala das Baianas é pentacampeã do Estandarte de Ouro, seu casal de mestre-sala e porta-bandeira é composto por mãe e filho, Maria Helena e Chiquinho. A sua carnavalesca mais famosa é Rosa Magalhães, carioca, filha do escritor e acadêmico Raimundo Magalhães Júnior, que foi membro do primeiro corpo de jurado do Concurso de Escolas de Samba, em 1932. Rosa herdou de sua mãe, Lúcia Benedetti, autora teatral, o prazer do estudo e da criação e de seu pai, o gosto pela pesquisa e uma vasta biblioteca. Formada em Pintura, pela Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro e em Cenografia, pela Escola de Teatro da Uni-Rio, foi também professora de Cenografia e Indumentária na Escola de Belas Artes da UFRJ e da Faculdade de Arquitetura Benett. Teve a sua estréia profissional em 1971, no Acadêmicos do Salgueiro, como desenhista de figurinos, levada por Fernando Pamplona. Trabalhou em teatro, televisão e cinema, exercendo funções de cenógrafa, figurinista, diretora e produtora de arte. Em 1982, conquistou para o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Império Serrano, juntamente com Lícia Lacerda, o título do carnaval com o enredo "Bumbum Paticumbum Prugurundum". Passou por outras Escolas de Samba como GRES Estácio de Sá e Salgueiro, retornando à Imperatriz Leopoldinense, em 1992. No ano 2000, foi a campeã do desfile no Grupo Especial com o enredo "Quem descobriu o Brasil foi Seu Cabral, no dia 22 de abril, dois meses depois do Carnaval". Em 2001, a escola desfilou com o enredo "Cana Caiana, Cana Roxa, Cana Fita, Cana Preta, Amarela, Pernambuco... Quero Ver Descer o Suco na Pancada do Ganzá". Neste mesmo ano, foi consagrada tricampeã. No carnaval do ano de 2002, desfilou com o samba-enredo "Goytacazes... Tupi or not tupi, in a shouth american way!" de autoria de Marquinhos Lessa, Guga e Tuninho Professor, interpretado por Paulinho da Mocidade e com o qual a escola se classificou em 3º lugar no Grupo Especial. No ano de 2003 desfilou com o samba-enredo "Nem todo pirata tem a perna de pau, o olho de vidro e a cara de mau" de Darcy do Nascimento, Brandãozinho da Imperatriz, Rubens Napoleão e Jorge Rita. Em 2004 classificou-se em 5º lugar no Grupo Especial, desfilando com o samba-enredo "Breazail" (Jeferson Lima, Veneza, Carlos de Olaria, Me Leva e Guga), puxado po Davi do Pandeiro. No ano de 2005 desfilou com o samba-enredo "Uma delirante confusão fabulística", de Josimar, Evaldo Ruy, Jorge Artur, Jorginho e PC, tendo como intérprete Ronaldo Ylé, classificando-se em quarto lugar no Grupo Especial. Em 2006 classificou-se em 9º lugar com o samba-enredo "Um por todos e todos por um", de Niltinho Tristeza, Amaurizão, Maninho do Porto e Tuninho Professor, puxado por Ronaldo Ylé. No ano de 2007, no Grupo Especial, a escola classificou-se em 9º lugar com o samba-enredo "Teresinhaaaaa, uhuhuuu!!!! Vocês querem bacalhau?", de Merrenga, Xande Sobrinho, Lula Inspiração, Bill Amizade e Aliomar. No ano de 2008, com enredo da carnavalesca Rosa Magalhães, desfilou no Grupo Especial classificando-se em 6º lugar com o samba-enredo "João e Marias", de Josimar, Di Andrade, Valtencir, Carlos Kind e Jorge Artur, puxado no Sambódromo por Preto Jóia. Em 2009 a escola classificou-se em 7º lugar no Grupo Especial com a seguinte formação: presidente Luiz Pacheco Drummond; diretor de carnaval Wagner Araújo; carnavalesca Rosa Magalhães; mestre de bateria Marcone; rainha de bateria Luiza Brunet; mestre sala Ubirajara; porta bandeira Verônica; comissão de frente Alex Neoral; enredo "Imperatriz... Só quer mostrar que faz samba também"; autores do samba enredo Carlos Kind, Di Andrade, Valtenci, Jorge Artur e Josimar; intérprete Paulinho Mocidade. No ano de 2010 a escola classificou-se em 8º lugar, no Grupo Especial, com o samba-enredo "Brasil de todos os Deuses!", de autoria dos compositores Jeferson Lima, Flavinho, Gil Branco, Me Leva e Guga, puxado pelo cantor Dominguinho do Estácio. No ano de 2011 a escola desfilou com enredo do carnavalesco Max Lopes e samba-enredo "A Imperatriz adverte: Sambar faz bem à saúde", de Flavinho, Me Leva, Gil Branco, Tião Pinheiro e Drummond, tendo como intérprete Dominguinhos do Estácio, classificando-se no carnaval carioca em sexto lugar. No ano de 2012 a escola desfilou no carnaval carioca pelo Grupo Especial, classificando-se em 10º lugar com o samba-enredo "Jorge Amado Jorge", de Jeferson Lima, Ribamar, Alexandre D'Mendes, Cristovão Luiz e Tuninho Professor. Em 2013 o G. R. E. S. Imperatriz Leopoldinense classificou-se em 4º lugar no carnaval carioca no Grupo Especial desfilando com o enredo "Pará - O Muiraquitã do Brasil", dos carnavalescos Cahê Rodrigues, Mário e Kaká Monteiro; Diretor de Carnaval Wagner Tavares de Araújo; Diretor de Harmonia Guilherme Nóbrega; Mestre de Bateria Noca; Rainha de Bateria Cris Viana; Mestre Sala Phelipe Lemos; Porta Bandeira Rafaela Teodoro, com samba-enredo "Pará, o Muiraquitã do Brasil - Sobre a nudez forte da verdade, o manto diáfano da fantasia" composto por Me Leva, Gil Branco, Tião Pinheiro, Drummond, Maninho do Ponto, puxado por Dominguinhos do Estácio. No ano de 2014 a escola classificou-se em 5º lugar, no Grupo Especial, desfilando com o samba-enredo "Artur X – O Reino do Galinho de Ouro na Corte da Imperatriz", de Elymar Santos, Guga, Tião Pinheiro, Gil Branco e Me Leva, tendo como intérprete Wander Pires. Destacamos também Wagner Tavares de Araújo (Diretor de Carnaval); Cahê Rodrigues (Carnavalescos); Guilherme Nóbrega (Diretor de Harmonia); Noca (Mestres de Bateria); Cris Viana (Rainha de Bateria); Phelipe Lemos (Mestre-Sala); Rafaela Teodoro (Porta-Bandeira) e Débora Colker (Comissão de Frente). No ano de 2015, tendo como presidente Luiz Pacheco Drumond; carnavalesco Cahê Rodrigues; autores do enredo e sinopse Cahê Rodrigues, Marta Queiroz e Cláudio Vieira; diretor de bateria Márcio de Souza Cezário (Mestre Noca), auxiliado por Jairo Ribeiro, Fábio Rosa, Raphael Correa, Flávio Torres, Flávio Bruzaco, Orlando, André, Novato, Tikinho, Feijão, Nebim e Mauro Lobo; diretor de harmonia Junior Escafura; 1º Mestre Sala Phelipe Lemos e 1ª Porta Bandeira Rafaela Theodoro, a escola desfilou com o samba-enredo "Axé, Nkenda! Um Ritual de Liberdade - E que a Voz da Igualdade Seja Sempre a Nossa Voz!", de autoria de Marquinho Lessa, Zé Katimba, Adriano Ganso, Jorge do Finge e Aldir Senna, puxado por Nêgo. A agremiação classificou-se em sexto lugar no desfile do carnaval carioca. No ano de 2016 a escola classificou-se em 6º lugar do Grupo Especial, desfilando com o samba-enredo "É o Amor... Que mexe com minha cabeça e me deixa assim... - Do sonho de um caipira nascem os Filhos do Brasil", de Zé Katimba, Adriano Ganso, Jorge do Finge, Moisés Santiago e Aldir Senna, tendo como carnavalesco Cahê Rodrigues; diretor de carnaval Wagner Tavares de Araújo; diretor de harmonia Luís Carlos Escafura; intérprete na avenida Marquinhos art'Samba; mestres de bateria Lolo; rainha de bateria Cris Vianna; mestre-sala Rogério Dornelles; porta-bandeira Rafaela Theodoro e comissão de frente criada por Débora Colker, além de Luiz Pacheco Drummond como presidente. BIBLIOGRAFIA CRÍTICA: ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Edição Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006. AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Esteio Editora, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014. ARAÚJO, Hiram. Carnaval - Seis milênios de história. Rio de Janeiro: Editora Gryphus, 2000.

dicionariompb.com.br/g-r-e-s-imperatriz-leopoldinense

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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