Homenageado do mês de Outubro / Zé Ramalho, José Ramalho Neto / * 3/10/1949 Brejo da Cruz, PB / Cantor. Compositor. Produtor / Seu pai faleceu quando ele tinha dois anos de idade, sendo então entregue pela mãe ao avô, José Alves Ramalho.

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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Memória / Silas de Oliveira

Silas Oliveira de Assumpção
 4/10/1916 Rio de Janeiro, RJ
 20/5/1972 Rio de Janeiro, RJ

Compositor. Nasceu no subúrbio de Madureira. Filho do professor e pastor protestante José Mário de Assumpção e de Jordalina de Oliveira de Assumpção, moradores da Rua Guaxima, em Vaz Lobo. Foi professor e trabalhou na escola fundada por seu pai, "Colégio Assumpção", na Avenida Marechal Rangel, número 553, hoje Avenida Edgard (...)
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Dados Artísticos

Escondido de seu pai, frequentava as rodas de samba e de jongo ao lado de Rufino, Mestre Fuleiro, Olímpio Navalhada, Aniceto do Império e Mano Elóy, este último pai-de-santo e jongueiro respeitado. Em 1934 compôs, com Mano Décio da Viola, o primeiro samba intitulado "Meu grande amor". Por essa época, Mano Décio Viola o levou para a escola de samba (...)
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Obras

  • A batida do chope
  • A carta de Getúlio (c/ Marcelino Ramos)
  • A lei do morro (c/ Antônio dos Santos)
  • A mulata do samba (c/ Quilo)
  • A outra face (c/ Manuel Ferreira)
  • Amor aventureiro (c/ Mano Décio da Viola)
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Discografia

  • (1968) As escolas cantam seus sambas de 1968 para a posteridade • MIS • LP
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB, a história de um século. Rio de Janeiro: Atrações Produções Ilimitadas/MEC/Funarte, 1997.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • ARAÚJO, Hiram. Carnaval - seis milênios de história. Rio de Janeiro. Editora Gryphus, 2000.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (Ed.). Enciclopédia da música brasileira - erudita, folclórica e popular. 2 v. São Paulo: Arte Editora/Itaú Cultural, 1977.
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quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Especial / Henrique Silva


Henrique Silva / * 28 de Setembro / Casado / Músico, cantor, compositor, poeta, letrista, autor teatral, arte-educador, ator.
Músico,Compositor, Cantor, Letrista, Poeta, autor teatral, às vezes ator, animador cultural, arte-educador, especialista musical na Casa de Convivência do Município do RJ... 


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segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Memória / Edgar Roquette Pinto



Resultado de imagem para Edgar Roquette-Pinto




Edgar Roquette Pinto
 25/9/1884 Rio de Janeiro, RJ 
 18/10/1954 Rio de Janeiro, RJ


Fundador da radiofonia no Brasil. Escritor. Médico legista. Professor. Antropólogo. Etnólogo. EnsaÍsta. Fez o curso de humanidades no Externato Aquino. Em 1905, formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Depois de formado, iniciou estudos sobre os Sambaquis nas costas do Rio Grande do Sul. Em 1906, ingressou como professor assistente no Museu Nacional. Em 1911, foi Delegado do Brasil no Congresso de Raças, realizado em Londres. Em seguida, ficou uma temporada na Europa, dando prosseguimento a seus estudos. Em 1912, fez parte da Missão Rondon e passou várias semanas em contato com os Índios Nambiquaras. Em 1915, assumiu o cargo de Diretor do Museu Nacional, cargo no qual permaneceu até 1936. Em 1916, ingressou como Professor de História Natural na Escola Normal do Distrito Federal. Em 1917, publicou o livro "Rondônia - Antropologia etnográfica", que se tornou um clássico da antropologia brasileira. Em 1920, tornou-se professor de Fisiologia da Universidade Nacional do Paraguai. Em 1927, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Em 1932, fundou a Revista Nacional de Educação. Em 1933, publicou "Ensaios de Antropologia Brasileira" e, em 1941, lançou o livro "Estudos brasilianos". No Ministério da Educação fundou e dirigiu o Instituto Nacional do Cinema Educativo. Em 1940, foi eleito diretor do Instituto Indigenista Americano do México.
Em 1923, fundou na Academia Brasileira de Ciências a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, pioneira na radiofonia brasileira voltada exclusivamente para fins educacionais e culturais. Em 1936, descontente com os rumos do Rádio no Brasil, doou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro ao Ministério da Educação. E depois Rádio Ministério da Educação e Cultura, a que se seguiu o nome Rádio MEC. A emissora fazia parte nas primeiras décadas do século XXI da Empresa Brasileira de Comunicação, órgão ligado à Presidência da República.

Dia do Rádio / 25 de setembro

No dia 25 de setembro, data do nascimento de Roquete Pinto – o “Pai do Rádio Brasileiro” -, comemora-se o Dia do Rádio.
Em 1923, Roquete fundou a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro. Era uma fase experimental do veículo, sem grandes avanços tecnológicos.
Dia do Rádio
A primeira transmissão radiofônica em terras brasileiras, no entanto, já havia ocorrido no ano anterior, mais precisamente em 7 de setembro de 1922, na comemoração do centenário da independência brasileira. Na ocasião, uma estação de rádio foi instalada no Corcovado, no Rio de Janeiro, para a veiculação de músicas e do discurso do então presidente Epitácio Pessoa.
De lá para cá, muita coisa mudou: das interferências e ruídos dos primeiros aparelhos de rádio (pesados, enormes e à válvula) aos pequenos, leves e modernos rádios de transistores. A década de 1950 foi marcada pela consolidação do veículo como meio de comunicação. Em 1968, surgiram as primeiras emissoras de freqüência modulada (FM).
O inventor do rádio foi o italiano Guglielmo Marconi, que criou o seu “telégrafo sem fio”, um modelo inicial que se desenvolveu até o sistema que conhecemos hoje. Em 1896, Marconi demonstrou a eficiência de seu aparelho numa transmissão na Inglaterra, do terraço do English Telegraphy Office para a colina de Salisbury. Ganhou do governo da Itália uma patente pela sua criação.
A história também cogita que um padre brasileiro, Roberto Landell de Moura, tivesse sido o inventor do rádio. Em 1894, Roberto havia desenvolvido aparelho semelhante e efetuado a emissão e recepção de sinais a uma distância de oito quilômetros, do bairro de Santana para os altos da avenida Paulista, em São Paulo.
Fanáticos religiosos, contudo, cientes de que o padre brasileiro tinha pactos com o demônio, destruíram seu aparelho e suas anotações, o que atrasou o reconhecimento de sua criação pelas autoridades científicas. Só em 1900 Roberto conseguiu fazer uma demonstração pública de seu invento.

Roquete Pinto (1884-1954)

Dia do Rádio
Roquete Pinto (à direita), ao lado do compositor Pixinguinha. A radiodifusão no Brasil está associada ao nome do carioca Edgard Roquete Pinto.
Médico, antropólogo, poeta e professor, Roquete Pinto dedicou a vida à radiodifusão, tanto do ponto de vista técnico quanto no que dizia respeito à programação radiofônica.
Nascido em 25 de setembro de 1884, foi criado numa fazenda em Minas Gerais até os dez anos, retornando então com os pais ao Rio de Janeiro. Em 1912, já formado em Medicina, passou a acompanhar o sertanista Cândido Rondon em excursões ao Mato Grosso, com o objetivo e o prazer de desvendar a cultura interiorana brasileira.
O ano decisivo na vida de Roquete Pinto foi 1922. Naquele ano comemorou-se o primeiro centenário da Independência do Brasil. O Rio de Janeiro, antiga capital federal, abrigou uma grande feira internacional e recebeu a visita de empresários americanos que queriam demonstrar os avanços da radiodifusão, o grande destaque da época nos Estados Unidos.
Para demonstrar o funcionamento do novo veículo de comunicação, os americanos instalaram uma antena no pico do morro do Corcovado, onde hoje se encontra a estátua do Cristo Redentor. A primeira transmissão radiofônica no Brasil foi um discurso do presidente Epitácio Pessoa, que foi captado em Niterói, Petrópolis, na serra fluminense e em São Paulo, onde foram instalados aparelhos receptores.
A reação de Roquete Pinto àquela “sucessão de maravilhas” foi: “Eis uma máquina importante para educar nosso povo”.

A primeira emissora radiofônica

Após a experiência da primeira transmissão radiofônica no Brasil, em 1922, Roquete Pinto tentou, sem sucesso, convencer o governo federal a comprar todos os equipamentos apresentados pelos norte-americanos na Feira Internacional realizada no Rio de Janeiro.
Felizmente para as comunicações em nosso país, Roquete Pinto não desistiu e conseguiu convencer a Academia Brasileira de Ciências a fazê-lo. Estavam criadas as condições que fizeram surgir a primeira emissora do país, a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, fundada em 1923 e comandada por Roquete Pinto.
Naqueles tempos, para ser um ouvinte era preciso cadastrar-se junto à emissora, adquirindo um equipamento para ouvir a programação em casa.

Roquete Pinto vence a batalha contra a censura

Em 1936, os aparelhos de rádio já podiam ser comprados em lojas especializadas. Nesse mesmo ano, a Sociedade Rádio do Rio de Janeiro foi doada ao Ministério da Educação e Cultura (MEC), cujo titular de então era Gustavo Capanema. Este comunicou que a antiga Rádio Sociedade seria incorporada ao temido Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), órgão responsável pela censura durante o Estado Novo do presidente Getúlio Vargas.
Roquete Pinto não só ficou indignado com a proposta de incorporação ao DIP como exigiu a autonomia da emissora, com o objetivo de preservar a sua função essencialmente educativa. Roquete Pinto ganhou a disputa e até hoje a rádio MEC mantém o mesmo ideário.
Consta que ao se despedir do comando da emissora que fundara, sussurrou chorando ao ouvido da filha Beatriz: “Entrego esta rádio com a mesma emoção com que se casa uma filha”.
O precursor da radiodifusão no Brasil foi também membro da Academia Brasileira de Letras e um dos fundadores do Partido Socialista Brasileiro.
Não acumulou riqueza. Gostava de fazer piqueniques com a família em um terreno adquirido na Barra da Tijuca e de escrever alguns pensamentos, como a definição que se segue a respeito do veículo de comunicação pelo qual tanto fez: “O rádio é o jornal de quem não sabe ler, é o mestre de quem não pode ir à escola, é o divertimento gratuito do pobre”.
Roquete Pinto faleceu em 18 de outubro de 1954.

Nas ondas do rádio

A estimativa mais conservadora dá conta de que pelo menos 95 milhões de brasileiros ouvem rádio diariamente, 90,2% dos domicílios possuem rádio, o que equivale a 38 milhões e 400 mil casas com aparelhos de rádio. Enquanto o Ministério das Comunicações divulga o registro de 3.232 emissoras de radiodifusão na atualidade, mais de 20 milhões de automóveis da frota brasileira estão sintonizados no veículo de comunicação que um dia deslumbrou Edgard Roquete Pinto, o precursor da radiodifusão no Brasil.
Aquilo não era um banheiro, e sim um laboratório, declarou à revista ISTOÉ a neta de Roquete Pinto, Vera. Ela se referia ao banheiro do apartamento do avô, no bairro carioca de Copacabana, onde ficavam amontadas, em prateleiras, as engenhocas de Roquete Pinto, tais como peças de rádio desmontadas, misturas químicas guardadas em garrafas, ferramentas, além de centenas de livros cobertos de poeira.
No dia 21 de setembro comemora-se o Dia Nacional da Radiodifusão.
Fonte: www.aticaeducacional.com.br

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

20 Músicas Que Marcaram A Década De 60

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Geraldo Vandré / Especial

Geraldo Pedrosa de Araújo Dias
 12/9/1935 João Pessoa, PB 
Cantor. Compositor.

Foi o primeiro filho do casal José Vandregísilo e Maria Eugênia. Com gênio irrequieto, foi internado pelo pai no Colégio São José, em Nazaré da Mata, interior de Pernambuco. Desde tenra idade demonstrou interesse em cantar no rádio, tendo participado de diversos festivais de canto no colégio. Aos 14 (...)
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Dados Artísticos

No Rio de Janeiro, foi representar a Paraíba no Programa César de Alencar, apresentando-se com o nome de Carlos Dias. Carlos em homenagem a seus ídolos, os cantores Carlos Galhardo e Carlos José, que então começava, e Dias, de seu próprio sobrenome. Em 1955, com o nome de Carlos Dias, apresentou-se num festival promovido pela TV Rio defendendo a composição (...)
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Obras

  • A maré encheu
  • Amor, amor (c/ Hilton Acioli)
  • Aruanda (c/ Carlos Lyra)
  • Arueira
  • Bandeira branca
  • Bonita (c/ Hilton Acioli)
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Discografia

  • (1996) Geraldo Vandré • CD
  • (1973) Terras de benvirá • Fontana • LP
  • (1967) Canto geral • EMI • LP
  • (1966) Cinco anos de canção • Som Maior • LP
  • (1965) Hora de lutar • Continental • LP
  • (1964) Geraldo Vandré • LP
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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Fernanda Takai / Especial

Fernanda Takai


 25/08/1971 
Cantora.
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Dados Artísticos

Vocalista do grupo Pato Fu, com o qual lançou os CDs “Rotomusic de liquidificapum” (1993), “Gol de quem?” (1995), “Tem mas acabou” (1996), “Televisão de cachorro” (1998), “Isopor” (2000), “Ruído Rosa” (2001), “Acústico MTV” (2002), “Toda cura para todo mal” (2005) e “Daqui (...)
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Discografia

  • (2014) Na medida do impossível. • Deckdisc. • CD
  • (2012) Fundamental. • Deckdisc • CD
  • (2009) Luz negra (Fernanda Takai) – CD
  • (2007) Onde brilhem os olhos seus (Fernanda Takai) • Tratore • CD
  • (2007) Daqui pro futuro (Pato Fu) • Selo Rotomusic • CD
  • (2005) Toda cura para todo mal (Pato Fu) • Sony/BMG • CD
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quarta-feira, 23 de agosto de 2017

Paula Toller / Especial

Paula Toller Amora
 23/8/1962 Rio de Janeiro, RJ

Cantora. Compositora.
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Dados Artísticos

Apareceu inicialmente no grupo Kid Abelha. Formado em 1981, no Rio de Janeiro, com o nome de Kid Abelha & os Abóboras Selvagens, trazia na primeira formação, além de Paula Toller (voz), George Israel (saxofone e teclados), Leoni (baixo), Beni Borja (bateria) e Bruno Fortunato (guitarra). O nome foi escolhido por votação entre os integrantes do grupo. Uma (...)
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Obras

  • 10 minutos (c/ George Israel)
  • 3 garotas na calçada (c/ George Israel e Roberto Frejat)
  • 3 taças (A "nossa canção" do Renato) (c/ George Israel)
  • A história única de todo amor (c/ George Israel)
  • A indecência (c/ George Israel)
  • Agora sei (c/ George Israel e Lui Farias)
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Discografia

  • (2014) Transbordada • Gravadora Som Livre • CD
  • (2007) SóNós • Warner • CD
  • (2002) Acústico MTV • CD
  • (2002) Um barzinho e um violão • Universal Music • CD
  • (2001) Surf • Universal Music • CD
  • (2000) Coleção • Warner Music • CD
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Shows

  • Kid Abelha. Olimpo, RJ,
  • Show Surf. Olimpo, RJ,
  • Kid Abelha. ATL HALL, RJ,
  • Ceará Music III, Hotel Marina Park, Fortaleza, CE.
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Clips

  • Por que não eu? Direção: José Emílio Rondeau, (1983)
  • Como eu quero. Direção: José Emílio Rondeau, (1984)
  • Seu espião. Direção: José Emílio Rondeau, (1984)
  • No seu lugar. Direção: Lui Farias, (1990)
  • Grand' Hotel. Direção: Lui Farias. (1991)
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB, a história de um século. Rio de Janeiro: Atrações Produções Ilimitadas/MEC/Funarte, 1997.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. O livro de ouro da MPB. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • CHAVES, Xico e CYNTRÃO, Sylvia. Da Pauliceia à Centopeia Desvairada - as Vanguardas e a MPB. Rio de Janeiro: Elo Editora, 1999.
  • DAPIEVE, Arthur. BRock: o rock brasileiro dos anos 80. Rio de Janeiro: Editora 34, 1995.
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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

Rádio MEC AM

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