Carnaval dos Bons e Velhos Tempos

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Campinarte Memória / Rossini Pinto


Rossini Pinto / * 24/1/1937 Ponte do
Itabapuana, ES / + 25/6/1985 Rio de
Janeiro, RJ



Iniciou a carreira em 1960, quando musicou o poema "Convite de amor", do
então presidente da república Jânio Quadros. O fato obteve repercussão na mídia,
o que provocou o interesse de várias gravadoras. Acabou assinando com a
Copacabana e no ano seguinte estrearia em disco com as músicas "Rock
presidencial", de sua autoria, e "Vamos brincar de amor", de Vadico e Herberto
Sales.
Seus maiores sucessos como intérprete foram "Voa, passarinho" e "Viu no
que deu?", ambas em parceria com Fernando Costa e "Ford de bigode", de Paulo
Brunner e Ivanildo Teixeira, esta gravada com o conjunto Renato e Seus Blue
Caps. Em 1961, Alventino Cavalcanti gravou pela Columbia a marcha "No tempo da
vovó", parceria com João Rosa e o próprio Alventino Cavalcanti. Em 1963 teve o
bolero "Se tu gostasses de mim", com Fernando Costa gravado por Silvinho na
Philips.
Como compositor ganhou prestígio quando Roberto Carlos passou a gravar
várias de suas composições, destacando-se os sucessos "O leão está solto nas
ruas", em 1964, "Eu te adoro, meu amor", no ano seguinte, e "Parei, olhei" e "Só
vou gostar de quem gosta de mim", ambas em 1966. Ainda em 1964, Wanderléa gravou
"Sem amor ninguém vive". Teve também composições gravadas pelos Golden Boys,
Agostinho dos Santos e Emilinha Borba, que em 1962 gravou "Me leva pro céu".
Também ficou conhecido como um dos maiores compositores de versões de músicas
estrangeiras no Brasil, só sendo suplantado por Fred Jorge nesse gênero, com
destaque para as versões de "Michele" e "Yesterday", ambas de Lennon e
McCartney.
Em 1967, transferiu-se para a Odeon, selo pelo qual lançou o LP
"Montanha do amor", e também passou a atuar como produtor fonográfico. No mesmo
ano, Erasmo Carlos gravou de sua autoria e Roberto Correia, "Não vivo sem você".
Em 1969, Renato e seus Blue Caps gravaram de sua autoria "Foi mentira" e
Wanderley Cardoso, "Se ela voltar", parceria com Roberto Correia. Três anos
depois retornou à CBS para exercer a função de produtor de intérpretes como
Odair José, Núbia Lafayette, Luís Carlos Magno e Ari Cordovil. Em 1972 teve a
música "Mata-me depressa", gravada por Wamderléa. Em 1973 compôs, com Renato
Barros, "Se você soubesse", gravada no mesmo ano pelo conjunto Renato e seus
Blue Caps. Por problemas de saúde saiu da gravadora e veio a falecer em 1985. No
fim de 2010, teve a sua música  "Eu te adoro meu amor" cantada na voz de Paula
Fernandes e Roberto Carlos, em show para 1 milhão de pessoas na praia de
copacabana, Rio de Janeiro. O show, que foi o o tradicional Especial de Fim de
Ano de Roberto Carlos promovido pela Rede Globo de Televisão, também comemorou
50 anos de carreira do Rei.

Especial / Paulo Diniz

Paulo Lira de Oliveira
* 24/1/1940 Pesqueira, PE

Iniciou a carreira artística trabalhando como crooner e baterista de cabarés.
Ainda no Recife, atuou como ator e locutor na Rádio Jornal do Comércio. Em fins da década de 1950, mudou para o Ceará a fim de trabalhar como ator.




Em 1964, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Começou a trabalhar como locutor na Rádio Tupi em substituição ao radialista Paulo Porto. Durante algum tempo, foi locutor esportivo. Nesse período, enveredou pela Jovem Guarda, cantando iê-iê-iê. Em 1966, gravou pela Copacabana seu primeiro disco, interpretando "O chorão", de Edson Mello e Luís Keller.



Em 1967, foi morar no Solar da Fossa, onde conviveu com Paulinho da Viola, Caetano Veloso e outros artistas. No mesmo ano lançou o LP "Brasil, brasa, brasileiro", pela Copacabana. Em 1970, lançou o LP "Quero voltar para a Bahia", pela Odeon, onde se destacam "Um chop pra distrair" e a música título, ambas de sua parceriacom Odibar. No ano seguinte, gravou pela mesma gravadora "Paulo Diniz", no qual fez sucesso com "O meu amor chorou", de Luiz Marçal Neto e "Pingos de amor", em parceria com Odibar, um de seus maiores sucessos e que recebeu inúmeras regravações. Gravou, também no mesmo ano, "Asa Branca", de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira.



Em 1974, fez sucesso com a gravação de "E agora José", poema de Carlos Drummond de Andrade musicado por ele. Em 1976, fez sucesso com "Vou me embora pra Pasárgada", poema de Manuel Bandeira que ele musicou. Em 1978 lançou o LP "É marca ferrada", onde fizeram sucesso as composições "Me leva morena", parceria com Marconi Norato e Juhareiz Correya e "Severina cooper (It'S not mole não)", de Accioly Neto.



Em 1984, lançou "Canção do exílio". Ao longo de sua carreira, musicou diversos poemas de consagrados poetas brasileiros, entre os quais Augusto dos Anjos, "Versos íntimos", e Gregório de Mattos, com "Definição do amor". Suas composições foram gravadas por diversos intérpretes, entre os quais Fagner, com "Quero voltar pra Bahia", Simone, que gravou "Chega", Emílio Santiago, com "Um chope pra distrair", Clara Nunes, com "Canseira", Elizeth Cardoso, com "Símbolo de paz".
Sua composição "Pingos de amor" conheceu diversas regravações, entre as quais as de Kid Abelha, Neguinho da Beija-Flor, Ricardo Chaves, Sula Miranda, Fernando Mendes e Araketu.

Em 2002, teve relançados os LPs "Brasa, Brasil, braseiro" e "Quero voltar pra Bahia" em CD na série "Dois em um".

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

CARNAVAL INESQECÍVEL - 38 MÚSICAS ORIGINAIS ANTIGAS - SÉRIE RELÍQUIAS - ...

25 ANOS DE CARNAVAL SILVIO SANTOS

As melhores marchinhas de Carnaval antigas

Campinarte Especial / Vital Farias


Vital Farias
 23/1/1943 Taperoá, PB

Cantor. Compositor.
Foi o caçula entre 14 irmãos. Alfabetizou-se com as irmãs através da Literatura de Cordel. Sua formação foi feita com íntima ligação ao universo sertanejo. Costumava ouvir bandas de pífanos, repentistas e cantadores. Aos 18 anos, começou a estudar violão sozinho. Autodidata, parte de seus conhecimentos musicais foram herdados da tradição musical da família. (...)

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No Rio de Janeiro intensificou o contato com artistas de teatro, cinema e música. Em 1975, participou do show de inauguração da Sombras. Em 1976, atuou como músico na peça "Gota d'água", de Chico Buarque de Hollanda. Nesse período intensificou seus estudos de História, Política e Filosofia, ao mesmo tempo que mantinha estudos sobre a Literatura de Cordel. Sua primeira composição gravada (...) [Saiba Mais]

Obras

  • (Tudo vai bem) Nós sofre, nós goza
  • Ai que saudade de ocê
  • Alice no curral das maravilhas (c/ Salgado Maranhão)
  • Apesar da solidão (c/ Salgado Maranhão)
  • Assim dizem as almas
  • Bandeira desfraldada
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Discografia

  • (2002) Vital Farias ao vivo e aos mortos vivos • Discos Vital Farias • CD
  • (1985) Cantoria II • Kuarup • LP
  • (1985) Do jeito natural • Polyfar • LP
  • (1984) Cantoria I. Com Elomar, Xangai e Geraldo Azevedo • Kuarup • LP
  • (1982) Sagas brasileiras • PolyGram • LP
  • (1980) Taperoá • Epic • LP

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quarta-feira, 22 de janeiro de 2020

Especial / Luciana Mello


Luciana Mello 22/1/1979 São Paulo, SP
Iniciou sua carreira em 1999, fazendo parte do show "Artistas Reunidos", juntamente com Jair Oliveira, Max de Castro, Wilson Simoninha, Pedro Mariano e Daniel Carlosmagno. O show, agendado para ficar somente um mês em cartaz, foi apresentado durante um ano e meio, sempre com casa lotada na capital paulista.
Em 2000, interpretou, em dueto com o grupo Roupa Nova, a canção "Nascente" (Flávio Venturini e Murilo Antunes), no CD "Ouro de Minas", do grupo Roupa Nova.

No ano seguinte, lançou o CD "Assim que se faz" (Trama), do qual despontaram os sucessos "Assim que se faz" (Daniel Carlomagno) e "Simples desejo" (Jair Oliveira e Daniel Carlomagno), e também "Páginas viradas" (Jair de Oliveira), "Se" (Djavan), "O mar serenou" (Candeia) e "Calados" (Jair de Oliveira). O disco atingiu a vengagem de 100 mil cópias.

Em 2002, ao lado do irmão e do pai, apresentou-se no Teatro Rival (RJ). Nesse mesmo ano, interpretou "As rosas não falam" (Cartola) no CD "Um barzinho, um violão" (Universal Music), do qual participaram também Simone, Ivete Sangalo, Biquini Cavadão, Kid Abelha, Toquinho, Leila Pinheiro e Ed Motta, entre outros artistas.
Ainda em 2002, lançou o CD "Olha pra mim" (Universal Music), contando com a participação especial de Max de Castro, na faixa "Dias de Sossego" (Max de Castro e Jair Oliveira), Pedro Camargo, em dueto com a cantora na faixa "Por amor a você", e Ed Motta, em "Contrato com Deus" (Ed Motta e Bom Bom). O disco registrou sua atuação como compositora, nas faixas "Amor em silêncio" (c/ Jair de Oliveira) e "Beleza é...", e incluiu também as canções "Não iria mudar nada" e Olha pra mim", ambas de autoria de Edu Tedeschi. Durante o ano de 2002, fez diversas apresentações ao lado da Banda Cidade Negra, em várias capitais brasileiras, como Brasília, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre, pelo projeto "Concertos MPBR". Participou, também, da gravação do primeiro DVD do cantor e compositor Vinny. Ainda nesse ano, fez show de lançamento do CD "Olha pra mim" no Canecão (RJ).

Lançou, em 2004, o CD "L. M.", com destaque para "Só vale com você" (Lupa Mabuse), "Da cor do pecado" (Bororó), incluída na trilha sonora da novela homônima da Rede Globo, e "Sexo amor e traição" (Eugênio Dale e Totonho Villeroy), da trilha sonora do filme homônimo. Nesse mesmo ano, fez show de lançamento do disco no Scala Rio (RJ).

Em 2005, dividiu o palco do Teatro Sesc Madureira com Jair de Oliveira.

É considerada cantora em fase ascencional pela midia e por parte da crítica.