Homenageado do mês de Novembro / Paulinho da Viola / Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ / Compositor. Cantor. Instrumentista..

Campinarte Dicas e Fatos / O nosso jornal falado

MPB - Google Notícias

Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


CLIQUE NAS IMAGENS E OUÇA OS NOSSOS ESPECIAIS

  
   

O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sábado, 10 de dezembro de 2011

De volta no tempo / Homenagem a Cat Stevens

Vamos relembrar alguns sucessos de Cat Stevens. 

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Campinarte Caipira / A catira ou cateretê é uma dança genuínamente brasileira

A catira ou cateretê é uma dança genuínamente brasileira 
Ninguém sabe ao certo a verdadeira origem dessa dança, alguns acreditam que foi uma mistura de várias culturas como a africana, espanhola, índigena e portuguesa. Mas outras acreditam que foi uma forma encontrada pelos jesuítas para melhor introsamento com os índios.
Dança / A dança, é muito chamativa devido ao seu vigor e sincronicidade, compõe-se de palmateios e sapateios ritmados que os catireiros executam, em duas fileiras - uma em frente à outra, formando pares.

Coreografia / Para começar o Catira, o violeiro puxa o rasqueado e os dançadores fazem a "escova", isto é, um rápido bate-pé, bate-mão e seis pulos. A seguir o violeiro canta parte da moda, ajudado pelo "segunda" e volta ao "rasqueado". Os dançadores entram no bate-pé, bate-mão e dão seis pulos. Prossegue depois o violeiro o canto da Moda, recitando mais uns versos, que são seguidos de bate-pé, bate-mão e seis pulos. Quando encerra a moda, os dançadores após o bate-pé- e bate-mão, realizam a figura que se denomina "Serra Acima", na qual rodam uns atrás dos outros, da esquerda para a direita, batendo os pés e depois as mãos. Feita a volta completa, os dançadores viram-se e se voltam para trás, realizando o que se denomina "Serra Abaixo", sempre a alternar o bate-pé e o bate-mão. Ao terminar o "Serra Abaixo" cada um deve estar no seu lugar, afim de executar novamente o bate-pé, o bate-mão e seis pulos". O Catira encerra-se com o Recortado, no qual as fileiras trocam de lugar e assim também os dançadores, até que o violeiro e seu "segunda" se colocam na extremidade oposta e depois voltam aos seus lugares. Durante o recortado, depois do "levante", no qual todos levantam a melodia, cantando em coro, os cantadores entoam quadrinhas em ritmo vivo. No final do Recortado, os dançadores executam novamente o bate-pé, o bate-mão e os seis pulos. (Obs: Essa é uma explicação de apenas uma forma das muitas que existem de dançar a Catira!)
Localização / Foi uma dança muito usada pelos catequistas, muito conhecida e difundida entre os caipiras do estado de São Paulo. Nas zonas litorâneas ( desde Angra dos Reis até a baía de Paranaguá) era dançado usando-se tamancos de madeira. Já nas zonas pastoris (Barretos, Guaratinguetá, Itararé, sul de São Paulo e Minas, Norte do Paraná e Goiás) usavam-se grandes esporas chilenas para retinir melhor o som. Em muitos locais desses estados, a dança era executada com os pés descalços. O catireiro procura sempre "pisar as cordas da viola", termo que designa sincronia entre o toque do instrumento com o bater de pés e mãos.

Sons do Planeta Terra / A Música da América do Sul

Sons do Planeta Terra
Vamos dar uma volta ao mundo através da música?
O Blog Rádio Campinarte apresenta Sons do Planeta Terra. Vamos conhecer um pouco da música feita em países bem distantes. Vamos viajar por todos os continentes e ouvir a música do branco do negro do índio... Países exóticos, frios, quentes...
Vale a pena conferir:
 
A Musica da América do Sul / Aqui na nossa "Rádio Campinarte" temos um programa chamado Soy Loco Por Ti América. Muito bem, nesse Sons do Planeta Terra destacaremos a música de alguns países sul-americanos que ainda não tivemos a oportunidade de apresentá-los nessa série que vêm fazendo um grande sucesso.
Então, prepare-se porque vamos viajar para montanhas, vales onde avistaremos condores bolivianos, serras peruanas, rios colombianos, vulcões chilenos, a bela natureza argentina e mais: a música e a dança de países como Paraguai e Equador.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sons do Planeta Terra / A Música Italiana

Sons do Planeta Terra
Vamos dar uma volta ao mundo através da música?
A Rádio Campinarte apresenta Sons do Planeta Terra. Vamos conhecer um pouco da música feita em países bem distantes. Vamos viajar por todos os continentes e ouvir a música do branco do negro do índio... Países exóticos, frios, quentes...
Vale a pena conferir:

A Música Italiana / A romântica música italiana já embalou muitos casais apaixonados, principalmente nas décadas de 60 e 70.
Vamos relembrar alguns dos grandes sucessos dessa época aqui na Rádio Campinarte.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Sons do Planeta Terra / A Música Francesa




Sons do Planeta Terra
Vamos dar uma volta ao mundo através da música?
A Rádio Campinarte apresenta Sons do Planeta Terra. Vamos conhecer um pouco da música feita em países bem distantes. Vamos viajar por todos os continentes e ouvir a música do branco do negro do índio... Países exóticos, frios, quentes...
Vale a pena conferir:

A Música Francesa / Velhas canções são como o vinho, melhoram com o tempo. Quem ouve a velha e boa música francesa sente sua solidão povoada - de repente... Na verdade a música francesa prescinde de instrumentos, executantes e ouvintes; escala-se no espírito.

Sons do Planeta Terra / A Música Árabe


Sons do Planeta Terra
Vamos dar uma volta ao mundo através da música?
A Rádio Campinarte apresenta Sons do Planeta Terra. Vamos conhecer um pouco da música feita em países bem distantes. Vamos viajar por todos os continentes e ouvir a música do branco do negro do índio... Países exóticos, frios, quentes...
Vale a pena conferir:


A Música Árabe / A característica mais marcante da música árabe é a combinação da melodia com o ritmo, onde é possível encontrar uma requintada forma de improvisação. As melodias são construídas com base nos maqamat (modos, ou módulos), que formam uma complexa identidade musical. Sua aplicação caracteriza-se pelo uso de determinada escala, com pequenas unidades melódicas e rítmicas seguindo as fórmulas típicas dentro de limites previamente determinados. E, correndo ainda a fixação de notas predominantes.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Especial / Os Cariocas


Formação atual:
Severino Filho
Elói Vicente 
Neil Carlos Teixeira
Hernane Castro


Primeira formação:
Ismael Netto
Severino Filho
Ari Mesquita
Salvador
Tarquínio


Primeira formação oficial:
Ismael Netto
Severino Filho
Badeco
Waldir Viviani
Quartera




Conjunto vocal criado por Ismael Netto em 1942, no Rio de Janeiro, integrado também por Severino Filho, Ari Mesquita, Salvador e Tarquínio. A primeira formação oficial do grupo contou com Ismael Netto (arranjador, primeira voz e violão), Severino Filho (segunda voz e percussão), Emmanoel Furtado, o Badeco (terceira voz e violão), Waldir Viviani (percussão (...)
[Saiba Mais]

Especial / Erasmo Carlos



Cantor. Compositor / Criado no bairro carioca da Tijuca, estudou nos tradicionais colégios Batista e Lafayette. 

Começou a se interessar por música em 1957, quando o rock começou a penetrar no Brasil.

Na Rua do Matoso, conheceu Roberto Carlos, Jorge Ben e Tim Maia, que lhe ensinou os primeiros acordes de violão. Fundou com eles o grupo (...)

Com a saída de Tim Maia, o grupo The Sputniks passou a se chamar The Snakes. Em 1961, gravou no vocal do grupo The Snakes, em 78 rpm, o beguine "Para sempre", de Marcucci, Di Angelis e Paulo Murilo e o fox-rock "Namorando", de Carlos Imperial, selo Mocambo. Ainda com o grupo, lançou, no ano seguinte, pela Columbia, o LP "Só twist", apresentando-se, empresariado por Carlos Imperial, (...)

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que há de melhor pelas comunidades / Artistas do Terceiro Distrito de Duque de Caxias

PAULINHO SALVADOR / Cantor, músico e compositor, nasceu na cidade de Itapetinga na Bahia. Faleceu em 03/12/2014 em Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Filho de Raimunda Pereira da Silva viveu sua adolescência na cidade de Itabuna e logo em seguida mudou-se para o Rio de Janeiro. Na cidade maravilhosa estudou no Colégio Nilo Peçanha (São Cristóvão) – durante três anos Paulinho Salvador estudou violão e música; foi baterista em duas bandas e com 23 anos começou a cantar na noite com o seu violão. Gravou dois Cd’s independentes. Do 1º Cd conseguiu vender mais de 3.500 cópias nos seus shows. Paulinho Salvador já se apresentou em inúmeras casas de espetáculo. E as casas noturnas nas quais se apresentou são: Dom Chopp - Méier - RJ (3 anos) / Feira de Tradições Nordestinas – São Cristóvão - Rj (3 anos) / Asa Branca acompanhado da Banda Arte Show – Lapa – RJ (3 meses) / Círio libanês com a Banda Sonho de Mel – Botafogo – RJ ( 1 mês) / Chico’s Bar – Leblon – RJ (4 meses) / Zamack Pizzaria e Restaurante – Ilha do Governador – Rj (1 ano) / Restaurante Mix Delícia – Ilha do Governador – RJ (6 meses) / Churrascaria e Pizzaria La Bone - Ilha do Governador- RJ (1 ano) / Hiate Clube Jardim Guanabara – Ilha do Governador – RJ (1 mês) / Queen Ilha Bar e Restaurante - Ilha do Governador – RJ (2 anos) / Churrascaria e Restaurante Frango Assado – Sta. Cruz da Serra – D. Caxias – RJ (5 meses) / Miragem Clube - Sta. Cruz da Serra - D. Caxias –RJ (1 ano e meio) / Sabor e Design - Sta. Cruz da Serra - D. Caxias – RJ (4 meses).
 
ROBINHO / Robson Ximenes. o Robinho (24 anos) é de Santa Cruz da Serra (Duque de Caxias-RJ), e criou gosto pela música ainda bem pequeno quando seus pais o levavam para a igreja. Participou de corais, festivais evangélicos e graças a essas participações aqui e ali foi descobrindo aos poucos que o que ele queria mesmo era ser baterista e a partir daí passou a se dedicar com mais afinco, estudando, ouvindo grandes bateristas e seguindo a mesma trilha daqueles que ele tanto admira na música. Robinho tem como referências dois bateristas: Quico Freitas e Julinho Moreira. Mas, Robinho não poderia deixar de citar Robertinho Silva - Robinho estudou na Escola de Robertinho Silva (Escola Batucada centro do RJ) que hoje é dirigida por Ronaldo Silva (filho de Robertinho) e teve também uma passagem pela Escola de Música Villa Lobos. Para Robinho (como instrumentista), com certeza, a maior batalha a ser vencida será essa (quase) aversão do grande público pela música instrumental. O povão não tem o hábito de ouvir música instrumental, as emissoras de rádio também não dão destaque, a televisão idem, mas, Robinho é jovem e tem muito pela frente e saberá traçar o seu caminho pelo mundo da música porque talento é o que não lhe falta. Como todo mundo tem que se virar, com Robinho não poderia ser diferente. O nosso baterista constantemente é chamado para participar de gravações de diversas bandas de forró, gospel, pagode, etc., de onde tira o seu “cascalho” além da oportunidade de conhecer novos músicos, arranjadores, cantores e segundo o próprio Robinho apesar de ser estressante não deixa de ser (no final) gratificante.

JAIR GUEDES / A história de Jair começa aos 14 anos na Escola de Samba São Carlos, hoje Estácio de Sá. Jair (que já compunha) começou a freqüentar a quadra da São Carlos levado pelo seu padrinho - o Mago -, e o sonho daquele menino era fazer parte da Ala de Compositores. Naquela época quem quisesse entrar para a Ala de Compositores tinha que apresentar três sambas de quadra. E foi o que ele fez. E olha que naquele tempo só tinha fera: Darci do Nascimento, o próprio Mago, César Veneno, Oliviel, Jaime, Djalmão (uma relíquia), ele compôs os sambas, passou no teste e entrou para Ala de Compositores. A quadra nessa época ficava na Marquês de Sapucaí. O que chamava muito a atenção eram os sambas de terreiro e, claro, a bateria. Jair recorda nomes como Hélio Macadame, Nelson Galinha, Rato e outros. Jair se lembra que o samba só terminava lá pelas seis horas da manhã apesar do Bafo da Onça ficar bem ao lado. Uma coisa que eu não posso deixar de registrar é que a Estácio durante esses últimos anos tem ficado naquele sobe e desce e o Jair tem um samba de quadra que entrou para a história da Escola, virou slogan da Escola – A saudade apertou. Jair e Soneca vinham perdendo a anos e anos seguidos as disputas de samba-enredo até o Ti-ti-ti onde eles pararam por causa de um acidente sofrido pelo Jair que caiu de cima de um telhado, numa tentativa de homenagear a bateria da Estácio. Jair teve a idéia de fazer este samba que acabou marcando. Lá se vão aproximadamente vinte anos e o samba ainda é um grande sucesso.

CRISTIANO VIOLLA / Por / Carlito do Sal - Cristiano é carioca, nasceu no Campinho e começou na música tocando percussão e o seu primeiro instrumento foi um balde de lixo. É isso mesmo, ele e o seu irmão mais novo, o Joaquim, começaram tocando percussão num balde de lixo. Daí Cristiano partiu para os instrumentos de cordas. Para quem não conhece, Cristiano desenvolve um belo trabalho social através da música dentro de Nova Campinas. Eu acredito que a comunidade nem desconfia da importância desse trabalho. Quando ele ensina um jovem a tocar um instrumento, é menos um nas ruas pensando em fazer besteira. Eu posso garantir que são muitos jovens que passaram pelas mãos do Cristiano, inclusive o Geovani que é meu filho. O Cristiano não se limita a só ensinar o instrumento, também conversa troca idéias com os alunos orientando aqui e ali passando um pouco da sua experiência para os mais jovens e até para os não tão jovens assim. Cristiano já tocou por esse Brasil a fora e tocou também fora do Brasil com o Grupo Apoteose. Cristiano teve uma passagem pela Vila Lobos, estudou mais ou menos uns seis meses, teve que sair porque a grana andava curta e por volta do ano 2000 retoma os estudos e se forma em harmonia, improvisação e percepção pelo curso Sigam. Cristiano hoje é arranjador, produtor e tem trabalhado bastante, principalmente com os novos grupos como é o caso do Ki-presença, Nascente, Mais que Diferente, Sorriso Novo e muitos outros. Além disso, Cristiano também toca na noite e diz que tocar na noite é muito mais fácil que produzir. O trabalho de produção exige muito mais concentração e responsabilidade porque o público a cada dia vai ficando cada vez mais exigente.
Conversando com o Cristiano eu não poderia deixar de lembrar o Grupo Mistura Marrom, afinal de contas são 17 anos de estrada.
Cristiano fez questão de deixar uma mensagem para quem está pensando em entrar para o mundo da música: “Não desistir nunca e sempre acreditar no sonho. Hoje em dia eu vivo da música graça a Deus e eu espero que quem tenha essa pretensão de viver da música estude bastante. Tem que ouvir de tudo – música instrumental, chorinho, bossa-nova, etc., isso vai ajudar muito na formação do músico”.

sábado, 1 de outubro de 2011

Programa - O que há de melhor pelas comunidades - Apresenta / Cintia Possidonio

Cíntia Possidonio, pisciana, nascida em 16 de março de 1979, com voz doce e melodiosa, ingressou na música aos 12 anos de idade, quando começou a cantar na igreja católica e a aprender tocar violão.
Depois disso, aos 16, foi para igreja batista e começou a cursar o Seminário de Música Sacra. Aos 19, teve que sair do Seminário por exigência do emprego, e se formou em Administração de Empresas.

Acabou se afastando da igreja e entrou numa banda de Heavy Metal. Mas ficou nesse estilo pouco menos de um ano, passando a se interessar por MPB. Entrou em 1º lugar no curso de canto popular na Escola de Música da Villa Lobos, porém não chegou a concluir o curso, por conta de suas apresentações de Happy Hour na cidade do RJ.Hoje, com a experiência adquirida em diversos estilos e com a paixão pela música, hoje ela segue para uma linha pop, onde pode expressar a potência de sua voz num ritmo gostoso com romantismo e muito carisma. Essa menina vai bombar!!!

www.bandasdegaragem.com.br/cintiapossidonio
www.deouvidos.com/cintiapossidonio

A nação Campinarte parou para ouvir (pela primeira vez) a voz da sua mascote!

Pela primeira vez na história os nossos amigos e leitores puderam ouvir a voz da nossa mascote por ocasião do aniversário de 15 anos do nosso tablóide.
Trata-se, com certeza, de um acontecimento único e que ficará para sempre guardado na memória de toda nação Campinarte.
Senhoras e senhores - ouçam um trecho do pronunciamento do Coelho Mágico (a mascote do Campinarte Dicas e Fatos – Há 15 anos um informativo digno de você!).

sábado, 20 de agosto de 2011

UMA MÚSICA DE SUCESSO / DISPARADA

Pela ordem: Yamandu Costa / Jair Rodrigues / Geraldo Azevedo, Elba e Zé Ramalho /

Selecionamos essas quatro versões da música Disparada para que você internauta possa conferir numa única seqüência os vários estilos de diversos intérpretes. Não foi possível reunir todas as gravações dessa verdadeira jóia composta por Geraldo Vandré e Téo de Barros, mas o que conseguimos pensamos ser o suficiente para darmos uma mostra do que chamamos com todas as letras de UMA MÚSICA DE SUCESSO!
DETALHE: “Disparada”, a mais vigorosa canção de protesto surgida até então (1966), um verdadeiro cântico revolucionário. Musicado por Téo sobre uma versalhada que Vandré havia escrito durante uma viagem, “Disparada” é uma moda-de-viola com sotaque nordestino. “A intenção era compor uma moda-de-viola baseada no folclore da região Centro-Sul, porém nossas raízes se infiltraram no processo e resultou uma catira de chapéu de couro”, esclarece Téo na contracapa de seu primeiro elepê.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

UMA MÚSICA DE SUCESSO / GAROTA DE IPANEMA

Criamos essa seção para matar a curiosidade de muitos amigos e leitores no que diz respeito a determinadas músicas.
Vamos (na medida do possível) apresentar aqui músicas que fizeram, fazem e (pelo jeito) continuarão fazendo sucesso por muitos e muitos anos.
Músicas que tiveram muitos intérpretes, muitas versões e que evidentemente não poderiam ficar de fora do repertório de grandes cantores, cantoras, orquestras, bandas, etc.
Uma Música de Sucesso, apresenta:

Garota de Ipanema / Música brasileira mais tocada

Selecionamos essas quatro versões da música Garota de Ipanema para que você internauta possa conferir numa única seqüência os vários estilos de diversos intérpretes. Não foi possível reunir as 170 gravações dessa verdadeira jóia composta por Tom Jobim e Vinicius de Moraes, mas o que conseguimos pensamos ser o suficiente para darmos uma mostra do que chamamos com todas as letras de UMA MÚSICA DE SUCESSO!

DETALHE
O RankBrasil (www.rankbrasil.com.br) homologou, em 2008, a canção 'Garota de Ipanema', pelo recorde de Música brasileira mais tocada.
A música recordista conta com mais de 170 gravações em várias línguas e ganhou uma versão em inglês, interpretada por Frank Sinatra.
A canção é uma criação de dois grandes nomes da música brasileira: Antonio Carlos Jobim, mais conhecido como Tom Jobim e o poeta Vinicius de Moraes, em um dos muitos encontros realizados no bairro de Ipanema, no Rio de Janeiro - RJ.
Para a composição, os artistas tiveram como musa inspiradora uma garota de 14 anos, chamada Heloísa Pinheiro. A adolescente encantava os poetas todas as vezes que passava em frente ao bar Veloso, atualmente bar Garota de Ipanema, “num doce balanço a caminho do mar”.
A música é um dos maiores sucessos da Bossa Nova, ritmo que surgiu como um exercício musical, no final da década de 50, inspirada pelo Samba. A Bossa Nova adaptou o ritmo super brasileiro, deixando-o mais suave.
O novo ritmo foi criado por um grupo de moças e rapazes de classe média alta, com idade média de 20 anos, que se reuniam na casa do poeta Vinicius de Moraes e da cantora Nara Leão, para improvisar o que eles chamavam de 'samba sessions'.

Bossa Nova
O termo Bossa Nova surgiu a partir de uma gíria da época. Quando algo era original, inteligente, bem-humorado, dizia-se que essa coisa era 'cheia de bossa'.
Grandes nomes: Tom Jobim, Nara Leão, Vinicius de Moraes, Toquinho, João Bosco, João Gilberto.
Foi a principal influência para um dos movimentos mais importantes da música brasileira: o Tropicalismo.
Redação: Raquel Susin
Revisão: Fátima Pires

UMA MÚSICA DE SUCESSO / AQUARELA DO BRASIL

Criamos essa seção para matar a curiosidade de muitos amigos e leitores no que diz respeito a determinadas músicas.
Vamos (na medida do possível) apresentar aqui músicas que fizeram, fazem e (pelo jeito) continuarão fazendo sucesso por muitos e muitos anos.
Músicas que tiveram muitos intérpretes, muitas versões e que evidentemente não poderiam ficar de fora do repertório de grandes cantores, cantoras, orquestras, bandas, etc.
Uma Música de Sucesso, Apresenta:
AQUARELA DO BRASIL /

Selecionamos essas versões da música Aquarela do Brasil para que você internauta possa conferir numa única seqüência os vários estilos de diversos intérpretes. Não foi possível reunir as gravações dessa verdadeira jóia composta por Ari Barroso, mas o que conseguimos pensamos ser o suficiente para darmos uma mostra do que chamamos com todas as letras de UMA MÚSICA DE SUCESSO!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.
Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.

Auditório Virtual Adelzon Alves
Ninguém melhor para simbolizar a valorização da música de raiz.
Ninguém melhor para simbolizar a valorização dos novos talentos: compositores, cantores, músicos, intérpretes.
Ninguém melhor para simbolizar a valorização de inúmeras manifestações folclóricas de norte a sul de leste a oeste do nosso país.
Ninguém melhor que o visionário Adelzon Alves!
Essa modesta iniciativa da Rádio Campinarte em batizar o seu auditório virtual com o nome do radialista e produtor Adelzon Alves foi a única maneira encontrada pra dizer - MUITO OBRIGADO - ao eterno “Amigo da Madrugada”, ao eterno “Amigo e Defensor da Arte e da Cultura dos diversos brasis desse imenso Brasil”.
(Huayrãn Ribeiro)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Especiais / Alceu Valença


Alceu Paiva Valença
* 1/7/1946 São Bento do Una, PE
Cantor. Compositor / Cresceu ouvindo músicas de Dalva de Oliveira, Orlando Silva, Sílvio Caldas e outros. Aos quatro anos de idade, participou de um concurso de interpretação infantil, cantando sobre uma cadeira, devido a sua pequena estatura, uma música de Capiba. Com a doença de sua mãe, mudou-se com os irmãos para a casa de uma tia.
Aos nove anos, começou a se interessar (...)
Iniciou a carreira artística em 1968, apresentando-se no show "Erosão: a cor e o som", com a banda Underground Tamarineira Village, que depois transformou-se na Ave Sangria. O cantor e compositor Zé Ramalho tocou em sua banda e a cantora Elba Ramalho participou do coro nas gravações de seus primeiros discos. Em 1969, foi para os Estados Unidos, através de um convênio, estudar um mês na Universidade (...) 

terça-feira, 28 de junho de 2011

Especial / Raul Seixas


Raul Seixas faleceu dia 21 de agosto de 1989, aos 44 anos. O homem que atraiu seguidores no mundo inteiro, não ficou conhecido apenas pelas boas canções, mas por ter provocado uma revolução no cenário musical.

Quando foi criticado por ter preterido a música popular brasileira em função do “iê iê iê” norte-americano, o cantor mostrou versatilidade e talento ao mesclar elementos da música nordestina como o xaxado e o baião ao rock. Enquanto o sincopado violão da bossa ecoava no Brasil, Raul Seixas montava sua primeira banda, Os Relâmpagos do Rock, que mais tarde passaria a ser chamada de The Panthers e, por fim, Raulzito e os Panteras.
Nem só de samba e bossa nova vivem os filhos da Bahia. Se de um lado o Tropicalismo, encabeçado por Caetano, Bethânia, Gil e Gal, garantiu sucesso aos músicos baianos, de outro, o rock and roll de Raul Seixas conferiu imortalidade ao “maluco beleza”.
Abrindo os shows de Jerry Adriani em turnê pelo Brasil, Raul gravou seu primeiro LP em 1968. Sem grande repercussão no país, ele voltou para Salvador desmotivado com a carreira de músico. Como produtor mal-sucedido, gastou todo o dinheiro na prensagem de seu segundo LP, “Sociedade da Grã Ordem Kavernista apresenta sessão das dez”.
Em 1972, teve duas músicas classificadas no Festival Internacional da Canção, um concurso de música produzido anualmente pela Rede Globo. Raul participou com “Let me sing, let me sing” e “Eu sou eu, Nicuri é o diabo”. Graças à boa repercussão, assinou contrato com a gravadora Philips Phonogram e teve fez seu primeiro sucesso com o compacto “Ouro de tolo”.
Em 1973, lançou o LP “Krig-Ha Bandolo!”, apresentando as primeiras parcerias com o escritor Paulo Coelho. A partir daí, formaram o grupo anarquista Sociedade Alternativa, baseado na doutrina de Aleister Crowley. Na época da ditadura, os dois foram exilados nos Estados Unidos por terem sido considerados subversivos. Durante o exílio, Raul conheceu seus ídolos Elvis Presley, John Lennon e Jerry Lee Lewis.
No ano seguinte, Raulzito voltou ao Brasil em meio ao sucesso do LP “Gita”, que lhe conferiu o disco de ouro por uma das maiores vendagens de sua carreira. Em seguida, lançou “Novo Aeon”, “Há 10 mil anos atrás”, “Raul Rock Seixas” e “O dia em que a terra parou”.
Com a fama, vieram também os problemas de saúde. O consumo excessivo de álcool lhe rendeu uma hepatite, que acabou prejudicando sua carreira. Após a queda de vendagens nos últimos discos e um boicote de gravadoras, estourou novamente em 1978 com a música “Carimbador maluco”, do LP Raul Seixas, parte do especial infantil “Plunct plact zum”, da Rede Globo. Seguiram-se os discos “Metrô linha 743”, “Uah bap lu bap la bein bum” – com seu último grande hit, “Cowboy fora da lei” – e “A pedra do gênesis”, que seria parte de um projeto maior chamado “Opus 666”.
Raul dos Santos Seixas, filho de Raul Varella Seixas e Maria Eugênia Seixas, foi pioneiro na mistura de todo tipo de gênero musical ao rock and roll. Em suas letras, abordava sentimentos humanos, criticava o sistema e viajava no esoterismo e no agnosticismo.
Em 21 de agosto de 1989, dois dias depois do lançamento de “A panela do diabo”, Raul Seixas sofreu um ataque cardíaco fulminante. Após a sua morte, o músico conquistou ainda mais seguidores, e seus registros póstumos tiveram um grande sucesso de vendas, imortalizando o grito “Toca Raul”.
(Fonte / www.mpbfm.com.br)

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Especial / Mariana Baltar


sábado, 28 de maio de 2011

MPB.com - Artigos Exclusivos - Joyce Moreno - Feminina 30 Anos


Em 1980 minha vida estava mudando. Depois de um período de parada quase total das atividades musicais, por conta do nascimento de minhas filhas, voltei a compor direto, vi minhas músicas serem gravadas pelas mais importantes vozes do Brasil e finalmente fui convidada a gravar um disco meu pela EMI-Odeon. Este disco se chamaria "Feminina", e seria um marco em meu trabalho e em minha vida.


sexta-feira, 11 de março de 2011

quarta-feira, 9 de março de 2011

Há sempre um oásis no deserto / Clássicos da Música Evangélica

Há sempre um oásis no deserto (a crônica à luz da Bíblia) também dá título a uma seção do Campinarte Dicas e Fatos assinada pela Missionária Maria da Gloria da Igreja Assembléia de Deus – Rua da Associação, Irajá / RJ .
Para este primeiro programa (da nossa Rádio Campinarte) foi feita uma pequena seleção de grandes clássicos da música evangélica de todos os tempos.
Do CD “Mensagem Celestial” (Volume II) do Grupo De Las Alturas De Los Andes abriremos com três hinos da Harpa Cristã, pela ordem: Óh! Jesus me ama / Alma abatida / Conversão...Para encerrar ouviremos do Cantor Cristão o hino “Vencendo vem Jesus” na interpretação do mesmo grupo.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Memória / Wilson Simonal

Wilson Simonal de Castro
 26/2/1939 Rio de Janeiro, RJ 
 25/6/2000 Rio de Janeiro, RJ



Iniciou sua carreira profissional atuando em em bailes nos quais cantava, em inglês, rocks e calipsos. Foi crooner do Conjunto Dry Boys e fez parte do Conjunto Os Guaranis.
Em 1961, passou a se apresentar no programa "Os brotos comandam", gravando, em seguida, um compacto simples contendo o cha-cha-cha "Teresinha", de autoria do apresentador do programa, o compositor Carlos Imperial. Ainda nesse ano, apresentou-se em casas noturnas do Rio de Janeiro, como Drink e Top Club, e no Beco das Garrafas, levado por Miéle e Ronaldo Boscoli.
Em 1963, lançou seu primeiro LP, "Tem algo mais", obtendo muito sucesso com a música "Balanço Zona Sul" (Tito Madi).
No ano seguinte, viajou pela América do Sul e América Central com o Bossa Três, liderado pelo pianista Luís Carlos Vinhas. Ainda em 1964, gravou o LP "A nova dimensão do samba", com destaque para as faixas "Lobo Bobo" (Carlos Lyra e Ronaldo Boscoli) e "Nanã" (Moacir Santos).
Em 1965, gravou o LP "Wilson Simonal", destacando-se "Garota moderna" (Evaldo Gouveia e Jair Amorim).
Ainda na década de 1960, lançou os LPs "Vou deixar cair..." (1966), "Wilson Simonal ao vivo" (1967), "Alegria, alegria!!!" (1967), "Alegria, alegria vol. 2 ou Quem não tem swing morre com a boca cheia de formiga" (1968), "Alegria, alegria vol. 3 ou Cada um tem o disco que merece" (1969) e "Alegria, alegria vol. 4 ou Homenagem à graça, à beleza, ao charme e ao veneno da mulher brasileira" (1969).
Em 1966 e 1967, comandou o programa "Show em Si Monal", transmitido pela TV Record (SP). Registrou vários sucessos com sua interpretação de músicas como "País tropical" (Jorge Ben), "Mamãe passou açucar em mim", "Meu limão, meu limoeiro" e "Sá Marina" (Antonio Adolfo e Tibério Gaspar) num estilo swingado que se popularizou como "pilantragem".
Em 1969, no encerramento do IV Festival Internacional da Canção, destacou-se por reger um coro formado pela platéia de 15.000 pessoas que lotavam o Maracanãzinho.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Dominguinhos: do preconceito da bossa ao reconhecimento da MPB

Sanfoneiro completa 70 anos e é um dos personagens onipresentes na música brasileira
Quando o sertanejo pernambucano Luiz Gonzaga (1912-1989) conquistou o Brasil com “Asa Branca”, em 1947, um menino de seis anos, seu conterrâneo, começou a tocar sanfona na cidade em que nasceu, Garanhuns. Dois anos mais tarde, o pequeno José Domingos de Moraes se apresentou para o futuro “rei do baião” em pessoa - já era músico de rua, tocando pandeiro, e não sanfona.
Aos 13 anos, o menino migrou para Niterói com a família, numa viagem de pau-de-arara que durou 11 dias. Seu pai, mestre Chicão, era conhecido tocador e afinador de foles de oito baixos, e procurou Gonzagão logo na chegada ao Rio. O cantor de “Baião”, “Assum Preto” e “Paraíba” passou logo a apadrinhar o pequeno José, que foi apelidado primeiro de Neném do Acordeon e, mais tarde, de Dominguinhos. A proximidade durou enquanto Luiz Gonzaga viveu, e o parentesco musical se mantém até este ano de aniversário de 70 anos do menino Dominguinhos, completados no último dia 12.
Adoentado após um princípio de infarto e um cateterismo, o aniversariante faltou à própria festa, que aconteceria no dia 13, na casa paulistana de forró Canto da Ema. Convidados especiais de várias gerações, como Elba Ramalho, Oswaldinho do Acordeon, Mariana Aydar e Duani, tiveram de homenagear o aniversariante em sua ausência.
Dois dias antes, Dominguinhos havia falado ao iG por telefone, demonstrando entusiasmo com o aniversário, a festa, as histórias fabulosas do passado, o momento de revalorização da sanfona pelas mãos de músicos jovens, como o pop-roqueiro-emepebista Marcelo Jeneci, e de cineastas, como Sergio Roizenblit, diretor do documentário “O Milagre de Santa Luzia”, recém-editado em DVD.
Falou sobre momentos de baixa e de alta, como a fase de “pau no sanfoneiro” iniciada pela bossa nova e a temporada de intenso sucesso pop resultante das gravações de suas “Eu Só Quero um Xodó” (1973), “Tenho Sede” e “Lamento Sertanejo” (1975) pelo tropicalista baiano Gilberto Gil. Comentou, também, sua nem sempre percebida onipresença na música brasileira pós-anos 70, como músico de estúdio num arco amplo e democrático que vai de Luiz Gonzaga a Gilberto Gil, passando por Gal Costa, Raul Seixas, Odair José, Chico Buarque, Roberto Carlos e duplas caipiras.
Confira a entrevista no Música - iG

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

O que há de melhor pelas comunidades / Banda Perímetro JOTA


Dando segmento ao nosso trabalho de garimpagem pelas comunidades a procura do que há de melhor, encontramos a Banda Perímetro Jota que é um dos destaques da Rádio Campinarte. E ninguém melhor para falar sobre a Banda Perímetro Jota que o seu líder Ney Silva:“A Banda Perímetro Jota nasceu para adorar o Cordeiro Santo de Deus através da música, com louvor e adoração ao Santo dos santos, o Senhor Jesus.
Talvez você pergunte, por que o Jota escrito, ao invés de apenas um J?
Pelo fato de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo ser - "J" Jesus o Justo, "O" Onisciente, "T" Todo poderoso e "A" Amigo. Entenderam agora o porquê do Jota escrito, ao invés de apenas um J?
Agora, a palavra Perímetro, segundo o dicionário Aurélio quer dizer, Limite, local marcado, área de atuação de alguém que marcou território, por isso a banda se chama PERÍMETRO JOTA, que quer dizer, VIVENDO NA ÁREA DE ATUAÇÃO DO NOSSO SENHOR JESUS, O JUSTO, ONICIENTE, TODO PODEROSO E AMIGO”, completou Ney.

O que há de melhor pelas comunidades / BANDA P.XARADA

Projeto Xarada / Banda de Pop Rock Diferenciada!
Transformamos os maiores hits dos anos 80, 90 e atuais de Pop, Rock, Hip Hop e Mpb em versões incríves que chamamos de (Toque Xarada), vale a pena conferir!

Integrantes: *Jonatas Haro = Vocalista / *Anderson = Guitarra e Back Vocal / *Leandro Carvalho = Violão e Back Vocal / * Iuri = Bateria e Cajón.
Contatos para shows Leandro Carvalho (021 78728767) ID 10*82613.

domingo, 2 de janeiro de 2011

Leila Pinheiro e a poesia de Renato Russo



Seguidores

Ouça grátis as 100 maiores músicas do Jazz

Ouça grátis as 100 maiores músicas do Jazz
Clique na imagem

22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

Rádio MEC AM

CONTOS NO RÁDIO