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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.

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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

segunda-feira, 23 de junho de 2014

ESPECIAL / Elza Soares

Elza da Conceição Soares
23/6/1930 Rio de Janeiro, RJ
Cantora. Compositora. Filha de Avelino Gomes (operário e tocador de violão nas horas vagas) e Rosária Maria da Conceição (lavadeira).
Nascida no núcleo residencial Moça Bonita (hoje Vila Vintém), uma das primeiras favelas do Rio de Janeiro.
Aos 12 anos, o pai obrigou-a a casar com Lourdes Antônio Soares, conhecido como Alaúrdes. (...)

Dados Artísticos

Em 1953, fez o primeiro teste na Rádio Tupi, no programa "Calouros em desfile", de Ary Barroso. No teste interpretou a música "Lama" (Paulo Marques e Alice Chaves), ganhando o primeiro lugar. Seu irmão Avelino, que estudava violão e tocava na Orquestra Garam de Bailes, do maestro Joaquim Naegli, comentou com este sobre a irmã e do prêmio que havia ganho no (...)

Obras

  • A cigarra (c/ Letícia Sabatella)
  • Enredo de pirraça (c/ Gérson Alves)
  • Liberdade de amar (c/ Iberê Melodia)
  • Língua de pilão (c/ Gérson Alves)
  • Louvei Maria
  • Perdão, Vila Isabel (c/ Gérson Alves)

Discografia

  • (2011) 100 Anos de Música popular Brasileira, Vol. 7 e Vol. 8 (participação) • Discobertas/ ICCA • CD
  • (2011) O samba carioca de Wilson Baptista (participação) • Biscoito Fino • CD
  • (2010) Pilão Raça = Elza • Discoberta • CD
  • (2010) Somos todos iguais • Discoberta • CD
  • (2009) Arrepios - Elza Soares & João de Aquino • Selo Pívetz • CD
  • (2007) Beba-me - Elza Soares ao vivo • Biscoito Fino

DE VOLTA NO TEMPO / PHOLHAS

Bitão Hélio Santisteban Oswaldo Malagutti  Paulo Roberto Fernandes
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Dados Artísticos

Grupo vocal e instrumental de pop-rock. Integrado por Wagner Tadeu Benatti, o Bitão - São Paulo - 1951: vocal e guitarra; Hélio Santisteban - São Paulo - 1948: teclado e vocal; Oswaldo Malagutti -São Paulo - 1949: baixo, e  Paulo Roberto Fernandes - São Paulo - 1951: bateria.  O grupo surgiu em 1968, quando os amigos Hélio Santisteban; Oswaldo (...)
[Saiba Mais]

Obras

  • Águas passadas - Wagner Benatti, Oswaldo Malagutti, Marinho e Paulo Fernandes
  • Alone and free - Hélio Santisteban e Oswaldo Malagutti
  • Angel's spring - Hélio Santisteban e Oswaldo Malagutti
  • Anoiteceu - Wagner Benatti, Oswaldo Malagutti, Marinho e Paulo Fernandes
  • Anymore - Oswaldo Malagutti e Hélio Santisteban
  • Bye people - Wagner Benatti e Paulo Fernandes
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Discografia

  • (2009) Pholhas Forever • Independente • CD
  • (2003) 70'S greatest hits • BMG Brasil • CD
  • (2001) RCA - 100 anos de música - Pholhas • BMG Brasil • CD
  • (2001) Pholhas ao vivo no Brasil • Independente • CD
  • (1998) Seleção de ouro - 15 super sucessos • Laser Records • CD
  • (1996) Pholhas - 25 anos • Laser Records • LP
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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Especial / Chico Buarque

Quando eu era criança uma de minhas avós me levava para passear na praça e não era raro encontrar um coreto e no coreto uma banda de música. Eu achava tudo maravilhoso: praça, sorvete, banda. Uma infância bem diferente da dos dias atuais.
Chico Buarque já havia me chamado à atenção por causa (evidentemente) dos famosos festivais. E num desses festivais lá estava a música A Banda de Chico Buarque.

Mais tarde, eu era ainda adolescente quando resolvi aprender a tocar violão. Comprei um método (prático) do Fernando Azevedo para iniciantes e dentre outras músicas para os exercícios dos “alunos” lá estava a música A Banda de Chico Buarque.
Bem mais tarde eu me alistei na Aeronáutica e como recruta (por incrível que pareça), por mais ridículo que possa parecer, nos exercícios, o sargento do pelotão puxava um pedacinho da música A Banda de Chico Buarque.
O sargento cantava: estava a toa na vida, o meu amor me chamou...
O pelotão respondia: pra ver a banda passar, cantando coisas de amor...
Resumo: passei a minha infância e adolescência sendo perseguido pelas coisas que mais gostava: minha avó, praças, sorvetes, bandas e as músicas de Chico Buarque de Holanda. (Huayrãn Ribeiro)

Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda e de Maria Amélia Buarque de Hollanda. Em 1946, aos dois anos de idade, mudou-se com sua família para São Paulo. Por ter nascido em uma família de intelectuais, afirmava que "as paredes lá de casa viviam cobertas de livros".
Desde cedo conviveu com diversos artistas, amigos de seus pais e da irmã Heloísa, entre os quais, João Gilberto, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Tom Jobim, Alaíde Costa e Oscar Castro Neves. Em 1952, mudou-se com sua família para Roma onde o pai foi lecionar. Na capital italiana eram comuns os serões familiares em que sua mãe ou seu pai acompanhavam ao piano o diplomata Vinicius de Moraes, que cantava os sambas da época. Dois anos depois retornou ao Brasil, indo estudar no Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Leu muito durante a adolescência, desde os grandes escritores russos como Dostoievski e Tostoi, franceses, como Céline, Balzac, Zola e Roger Martin, aos brasileiros, como Guimarães Rosa, João Cabral, José Lins do Rego, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade e Graciliano Ramos. Aprendeu a tocar de ouvido, recebendo, da irmã Heloísa, as primeiras noções de violão. Convivendo com os amigos da irmã, que estavam iniciando a bossa nova, sofreu grande influência desse estilo, principalmente de João Gilberto, a quem procurava imitar. Ouvia muito no rádio as músicas de Ataulfo Alves, Ismael Silva, Noel Rosa e outros, além de chorinhos, sambas, marchas, modinhas, baiões e serestas. No Colégio Santa Cruz começou a envolver-se com o movimento estudantil e com organizações como a OAF (Organização de Auxílio Fraterno), que realizava campanhas para arrecadar agasalhos e alimentos para mendigos. Ainda durante o curso científico no Colégio Santa Cruz, começou a destacar-se entre os colegas pelo amor ao futebol, pelas crônicas, chamadas de "Verbâmidas", que escrevia para o jornalzinho da escola, e pela participação constante nas batucadas que ocorrriam no ambiente escolar. Por essa época, escreveu suas primeiras composições, "Canção dos olhos" e "Anjinho". Ainda no Colégio Santa Cruz, pisou num palco, pela primeira vez, num espetáculo no qual cantou a "Marcha para um dia de sol", de sua autoria. Em 1961, foi preso juntamente com um amigo, por "puxar" um carro para dar umas voltas, ocasião em que foi proibido pelos pais de sair à noite antes de completar 18 anos. Dois anos depois, ingressou na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), na qual somente ficaria até o 3º ano. Já no 2º ano da faculdade, tornou-se amigo de Francisco Maranhão e de outros adeptos das batucadas. Criou com alguns colegas o Sambafo, que se reunia após as aulas para cantar e batucar no grêmio escolar ou então no Quitanda, boteco da Rua Dr. Vila Nova. Em 1966, conheceu a atriz Marieta Severo com quem se casou pouco tempo depois e com quem teve três filhas. O casal veio a separar-se em meados dos anos 90, após mais de trinta anos de convivência, mantendo, contudo, assídua convivência.

(Fonte / Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira)

Super Especial / Chico buarque

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Especial / Maria Bethânia


Maria Bethânia Vianna Telles Veloso - * 18/6/1946 Santo Amaro da Purificação, BA
Cantora / Filha de José Telles Veloso, funcionário público do Departamento de Correios e Telégrafos, e de Claudionor Vianna Telles Veloso, mais conhecida como dona Canô. Irmã de Caetano Veloso, que sugeriu seu nome aos pais devido a uma valsa do compositor pernambucano Capiba.
Iniciou sua carreira artística em 1963, atuando na peça teatral "Boca de ouro", de autoria de Nelson Rodrigues e direção de Alvinho Guimarães. A peça foi musicada por Caetano Veloso, que abria o espetáculo cantando um samba de Ataulfo Alves. Ainda nesse ano, conheceu, em Salvador, Gilberto Gil, Gal Costa, Tom Zé, Djalma Correa, Pitti, Alcivando (...)
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terça-feira, 3 de junho de 2014

Campinarte Especial / Orquestras - PARA OUVIR E SONHAR...


segunda-feira, 2 de junho de 2014

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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