Homenageado do mês de Novembro / Paulinho da Viola / Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ / Compositor. Cantor. Instrumentista..

Campinarte Dicas e Fatos / O nosso jornal falado

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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

terça-feira, 27 de junho de 2017

O Campinarte e a Música Medieval


 

O que há de melhor pelas comunidades / Carlito do Sal


Compositor e nas horas vagas (forçado pelas circunstâncias), cantor.
Jesuíno S. Gondim nasceu em 27/06/1965 no município de Duque de Caxias.
Filho de José Mariano e Dona Etelvina da Silva.
O apelido Carlito do Sal foi inspirado no seu grande ídolo o compositor Gracia do Salgueiro.
Sua carreira como compositor teve início no comecinho da década de 1980 no Refulier de Piabetá.
Mais ou menos em 1986, já era presidente da ala de compositores da vermelha e branca de Magé; e nesse ano foi campeão, o enredo era “Silvio Santos”.
Em 1988, foi novamente campeão de samba enredo e o tema era sobre Castor de Andrade.
Entrou para a ala de compositores do Salgueiro em 1989.
Atualmente também faz parte da ala de compositores do Esperança de Nova Campinas onde foi campeão por quatro vezes.
Carlito do Sal já disputou samba enredo em várias agremiações, se não vejamos: Salgueiro, Difícil é o Nome, Foliões de Botafogo, Canarinho das Laranjeiras, Vizinha Faladeira, Magnatas de Jacarepaguá, Esperança de Nova Campinas, Flor da Primavera e muitas outras...
Em 2003, compôs de parceria com Marquinho Diniz a música Galinha dos Ovos de Ouro.

Em 2010, compôs com o seu filho Geovani a música Toca Bola Brasil para a Copa do Mundo. A música foi gravada por Paulinho Mocidade.
Em 2014 foi campeão de samba enredo no Saara, Magnatas de Jacarepaguá e no Esperança de nova Campinas.
Foi convidado para compor o samba comemorativo de 450 anos de Magé (2015) e para tal contou com as parcerias de Waldir Rodrigues e Bolão.

Especial / Zezé Motta


Maria José Motta
 27/6/1944 Campos, RJ 
Atriz. Cantora.
Transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro aos dois anos de idade. Estudou no Tablado, curso de teatro de Maria Clara Machado.
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Dados Artísticos

Começou sua carreira como atriz em 1967, estrelando a peça "Roda-viva", de Chico Buarque, sob a direção de José Celso Martinez Corrêa. Atuou, a seguir, em "Fígaro, Fígaro", "Arena conta Zumbi", "A vida escrachada de Joana Martine e Baby Stompanato", em 1969, "Orfeu negro", em 1972, e "Godspell", em 1974, entre outras.

Iniciou sua carreira (...)
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Discografia

  • (2011) Negra melodia (Zezé Motta) - CD • Joia Moderna/Tratore
  • (2000) Divina saudade (Zezé Motta) • Albatroz • CD
  • (2000) Série dois momentos vol. 12 - "Zezé Motta" e "Dengo" (Zezé Motta) • WEA • CD
  • (1995) Chave dos segredos (Zezé Motta) • Movieplay • CD
  • (1987) Quarteto negro (Paulo Moura, Zezé Motta, Djalma Correia e Jorge Degas) • Kuarup
  • (1985) Frágil força (Zezé Motta) • Pointer • LP
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Shows

  • Zezé Motta. Projeto “MPB na ABL” – Teatro R. Magalhães Jr. da Academia Brasileira de Letras, Rio de Janeiro (2012)
  • Museu de Arte Moderna, RJ.
  • Hannover, Alemanha.
  • Carnegie Hall, Nova York, EUA.
  • Zezé canta Caetano.
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • ALBIN, Ricardo Cravo. MPB - A História de Um Século. 2ª ed. Revista e ampliada, Rio de Janeiro: MEC/Funarte/Instituto Cultural Cravo Albin, 2012.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • AMARAL, Euclides. O Guitarrista Victor Biglione & a MPB. Rio de Janeiro: Edições Baleia Azul, 2009, 2ª ed. Esteio Editora, 2011.
  • REPPOLHO. Dicionário Ilustrado de Ritmos & Instrumentos de Percussão. Rio de Janeiro: GJS Editora, 2012. 2ª ed. Idem, 2013.
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Crítica

Zezé – que nasceu em Campos (RJ), de família muito pobre – é bem o exemplo de auto-afirmação de sua raça, já que teve de lutar contra tudo, especialmente a barreira do preconceito social e – o mais trágico – do racial. Seu talento avassalador passou por cima de tudo como um trator e fez dela uma atriz, logo depois cantora, (...)
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segunda-feira, 26 de junho de 2017

Grupo Tarancón


sexta-feira, 23 de junho de 2017

Especial / Sergio Reis


Sérgio Basini
 23/6/1940 São Paulo, SP

Cantor. Compositor. Ator. Quando adolescente trabalhou com o pai na fábrica de papelão de propriedade do avô. Os três e mais um tio de nome Henriquinho eram assíduos ouvintes do programa Na Beira da Tuia, de Tonico e Tinoco, na Rádio Nacional. Ganhou dos pais uma viola Giannini e aos 16 anos passou a cantar em programas de rádio e casas noturnas, interpretando (...)
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Dados Artísticos

Em 1958, apresentou-se no programa de Enzo de Almeida Reis, transmitido pela Rádio Bandeirantes. Sua primeira apresentação na televisão foi no programa Calouros Toddy, apresentado na então TV Paulista, atual Globo, por Jaime Moreira Filho, interpretando o sucesso de Cauby Peixoto "Conceição". Por essa época adotou o nome artístico de Johnny (...)
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Obras

  • Coração de papel
  • Eu sei que vai chegar a hora
  • Fim de sonho
  • Meu amor ante tudo (c/ M. de Jesus)
  • Nuvem branquinha
  • Peão de boiadeiro (c/ Almir Sater)
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Discografia

  • (2015) Amizade sincera 2 (c/ Renato Teixeira) – Som Livre - CD
  • (2013) Questão de tempo - Radar Records - CD
  • (2010) Amizade sincera (c/ Renato Teixeira) - Som Livre - DVD
  • (2010) Amizade sincera (c/ Renato Teixeira) - Som Livre - CD
  • (2008) Coração Estradeiro • CD
  • (2006) Tributo a Goiá • Unimar Music • CD
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Shows

  • Seropédica - Rio de Janeiro
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A música gaúcha / Gaúcho da Fronteira


Heber Artigas Fróis
 23/6/1947 Santana do Livramento

Compositor. Instrumentista.

Ainda criança iniciou-se na música. Com sete anos começou a tocar gaita de botão com quatro baixos. Com nove, já estava tocando acordeon, bandoneon e violão. Foi motorista de táxi e de caminhão.
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Dados Artísticos

Em 1968, ingressou no conjunto Os Vaqueanos. Com eles atuou por oito anos e gravou dois discos. Em 1975, gravou seu primeiro LP individual. Em 1979, mudou-se para Porto Alegre e inaugurou o selo Rodeio, na gravadora WEA, onde gravou seu terceiro LP. Neste LP está incluído seu maior sucesso, o vanerão "Nhecovari Nhecofum". Em 1989, foi uma das principais atrações do I Festival Internacional de (...)
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Discografia

  • (2000) Canta para elas • CD
  • (1999) Forronerão ao vivo - Gaúcho da Fronteira e Brasas do Forró • CD
  • (1998) Xucro de campanha • CD
  • (1996) Amizade de gaiteiro • CD
  • (1994) Tão pedindo um vanerão • Chantecler • LP
  • (1992) Pelo duro • LP
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terça-feira, 20 de junho de 2017

Especial / Festa Junina

Sua origem remonta às escolas jesuíticas para índios, que a introduziram no Brasil ainda no século XVI, tendo a mesma espalhado-se para todo o Brasil. Já em 1603 Frei Vicente de Salvador registrava em sua obra "História do Brasil" que os índios eram "muito amigos das novidades, como do dia de São João Batista por causa das fogueiras e capelas". Das diversas festas populares, foi a primeira a criar um repertório musical próprio. Já em 1837, o padre Lopes Gama registrou em seu jornalzinho "O capuzeiro" cantigas juninas como "Acordai, acordai/Acordai João/Ela está dormindo./Não acorda não". Com a crescente urbanização do país, desenvolvida nas primeiras décadas do século, as festas juninas ou joaninas adquiriram um caráter de evocação de um passado rural, quando, ao redor de fogueiras buscava-se rememorar o modo de vida caipira através de caracterizações no vestuário, linguajar e comida, além da música, através de uma dança coletiva, a quadrilha. A partir de 1930, os primeiros compositores e cantores de música popular vão lançar mão desse filão, através da estilização de um determinado tipo de música, conhecida como música de São João, assim como se dava em época de carnaval com os sambas e as marchinhas. Uma das primeiras dessas composições foi a marchinha "Cai cai balão", do compositor Assis Valente, gravada em 1933 por Francisco Alves e Aurora Miranda na Odeon. No mesmo ano, o Bando dos Tangarás gravou as cenas regionais "Festa de São João I e II", de João de Barro, também na Odeon e Carmen Miranda e Mário Reis gravaram na Victor a marcha "Chegou a hora da fogueira", de Lamartine Babo. Durante os anos 30 dezenas de músicas destinadas às festas juninas seriam lançadas por grandes compositores como Lamartine Babo, Braguinha, Ari Barroso e muitos outros, num processo que continuou até os anos 50, quando as transformações no mercado musical acabaram por relegar esse tipo de música a uma posição secundária. Em 1939 Dalva de Oliveira gravou na Colúmbia a marcha "Noite de junho", de João de Barro e Alberto Ribeiro. Outro artista que compôs e gravou diversas músicas voltadas para as festas juninas foi Luiz Gonzaga, que, entre outras, gravou "Olha pro céu", parceria com José Fernandes, "Meu Araripe", com João Silva, e "Noites brasileiras" com Zé Dantas.
Noite de São João, celebrada em 23 de junho, véspera da data de nascimento de São João que, em vida, foi um pregador austero e de moral rigorosa. No entanto, é honrado em festas alegres e dionisíacas, com muita comida, dança e bebida. A data coincide com o solstício de verão no hemisfério norte. Desde tempos remotos, camponeses de toda Europa comemoravam, acendendo fogueiras. A tradição estendeu-se ao Brasil e outros países latino-americanos, coincidindo, neste caso, com o solstício de inverno.
A fogueira, o banho de cheiro, a poesia simples das cantigas do povo, o gosto bom da canjica, o perfume apetitoso das rosquinhas e dos bolos, as sortes, todo um mundo de esperanças, era assim que se festejava São João, sem dúvida a mais antiga e a mais brasileira das festas.
São João é o mais comemorado entre todos, especialmente, na zona rural, quando em sua honra as festas contam com comidas especiais à base de milho como canjica e pamonha, por exemplo. A música geralmente utilizando a sanfona é própria para a ocasião, são queimadas fogueiras e usadas roupas típicas para a dança da quadrilha. Entre as brincadeiras destacam-se a pescaria, leitura da sorte, rifas e leilões.
" São João, o santinho distraído, que estava dormindo e não sabia que aquele era seu dia, recebia do povo as rosas e os cravos, as graças e as ternuras das mãos inspiradas das sinhazinhas doceiras que criavam em sua homenagem os melhores doces brasileiros."
Fonte: www.virtual.epm.br

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Especial / Chico Buarque

Quando eu era criança uma de minhas avós me levava para passear na praça e não era raro encontrar um coreto e no coreto uma banda de música. Eu achava tudo maravilhoso: praça, sorvete, banda. Uma infância bem diferente da dos dias atuais.
Chico Buarque já havia me chamado à atenção por causa (evidentemente) dos famosos festivais. E num desses festivais lá estava a música A Banda de Chico Buarque.
Mais tarde, eu era ainda adolescente quando resolvi aprender a tocar violão. Comprei um método (prático) do Fernando Azevedo para iniciantes e dentre outras músicas para os exercícios dos “alunos” lá estava a música A Banda de Chico Buarque.

Bem mais tarde eu me alistei na Aeronáutica e como recruta (por incrível que pareça), por mais ridículo que possa parecer, nos exercícios, o sargento do pelotão puxava um pedacinho da música A Banda de Chico Buarque.
O sargento cantava: estava a toa na vida, o meu amor me chamou...
O pelotão respondia: pra ver a banda passar, cantando coisas de amor...
Resumo: passei a minha infância e adolescência sendo perseguido pelas coisas que mais gostava: minha avó, praças, sorvetes, bandas e as músicas de Chico Buarque de Holanda. (Huayrãn Ribeiro)

Filho do historiador Sérgio Buarque de Hollanda e de Maria Amélia Buarque de Hollanda. Em 1946, aos dois anos de idade, mudou-se com sua família para São Paulo. Por ter nascido em uma família de intelectuais, afirmava que "as paredes lá de casa viviam cobertas de livros".
Desde cedo conviveu com diversos artistas, amigos de seus pais e da irmã Heloísa, entre os quais, João Gilberto, Vinicius de Moraes, Baden Powell, Tom Jobim, Alaíde Costa e Oscar Castro Neves. Em 1952, mudou-se com sua família para Roma onde o pai foi lecionar. Na capital italiana eram comuns os serões familiares em que sua mãe ou seu pai acompanhavam ao piano o diplomata Vinicius de Moraes, que cantava os sambas da época. Dois anos depois retornou ao Brasil, indo estudar no Colégio Santa Cruz, em São Paulo. Leu muito durante a adolescência, desde os grandes escritores russos como Dostoievski e Tostoi, franceses, como Céline, Balzac, Zola e Roger Martin, aos brasileiros, como Guimarães Rosa, João Cabral, José Lins do Rego, Machado de Assis, Carlos Drummond de Andrade e Graciliano Ramos. Aprendeu a tocar de ouvido, recebendo, da irmã Heloísa, as primeiras noções de violão. Convivendo com os amigos da irmã, que estavam iniciando a bossa nova, sofreu grande influência desse estilo, principalmente de João Gilberto, a quem procurava imitar. Ouvia muito no rádio as músicas de Ataulfo Alves, Ismael Silva, Noel Rosa e outros, além de chorinhos, sambas, marchas, modinhas, baiões e serestas. No Colégio Santa Cruz começou a envolver-se com o movimento estudantil e com organizações como a OAF (Organização de Auxílio Fraterno), que realizava campanhas para arrecadar agasalhos e alimentos para mendigos. Ainda durante o curso científico no Colégio Santa Cruz, começou a destacar-se entre os colegas pelo amor ao futebol, pelas crônicas, chamadas de "Verbâmidas", que escrevia para o jornalzinho da escola, e pela participação constante nas batucadas que ocorrriam no ambiente escolar. Por essa época, escreveu suas primeiras composições, "Canção dos olhos" e "Anjinho". Ainda no Colégio Santa Cruz, pisou num palco, pela primeira vez, num espetáculo no qual cantou a "Marcha para um dia de sol", de sua autoria. Em 1961, foi preso juntamente com um amigo, por "puxar" um carro para dar umas voltas, ocasião em que foi proibido pelos pais de sair à noite antes de completar 18 anos. Dois anos depois, ingressou na FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo), na qual somente ficaria até o 3º ano. Já no 2º ano da faculdade, tornou-se amigo de Francisco Maranhão e de outros adeptos das batucadas. Criou com alguns colegas o Sambafo, que se reunia após as aulas para cantar e batucar no grêmio escolar ou então no Quitanda, boteco da Rua Dr. Vila Nova. Em 1966, conheceu a atriz Marieta Severo com quem se casou pouco tempo depois e com quem teve três filhas. O casal veio a separar-se em meados dos anos 90, após mais de trinta anos de convivência, mantendo, contudo, assídua convivência.

(Fonte / Dicionário Cravo Albin da Música Popular Brasileira)

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Dicas e Fatos do Samba / Wilson das Neves


Wilson das Neves
 14/6/1936 Rio de Janeiro, RJ


Instrumentista. Compositor. Cantor. Baterista. Estudou música com Joaquim Naegle e, mais tarde, com Darci Barbosa.
Conhecido pelo bordão "ô sorte", com o qual é saudado e reconhecido no meio artístico, mas segundo o próprio Wilson a criação deste bordão foi do cantor e compositor Roberto Ribeiro, que assim costumava comprimentar o (...)
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Dados Artísticos

Aos 14 anos, levado pelo percussionista Edgar Nunes Rocca, "O Bituca", iniciou-se na música. Mais tarde, o mesmo Bituca o levou para tocar na Escola Flor do Ritmo, no subúrbio carioca do Méier. Aos 21 anos, estreou como baterista na Orquestra de Permínio Gonçalves. A partir da década de 1950 atuou em shows e gravações com os principais nomes (...)
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Obras

  • Anfitrião (c/ Paulo César Pinheiro)
  • Ao nosso amor maior (c/ Luiz Carlos da Vila)
  • Apaixonado (c/ Paulo César Pinheiro)
  • Bisavó Madalena (c/ Paulo César Pinheiro)
  • Debaixo do Cobertor (c/ Paulo César Pinheiro)
  • E o vento levou (c/ Cláudio Jorge)
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Discografia

  • (S/D) Juventude 2000 • LP
  • (2013) Se me chamar, ô sorte • MP,B Discos/ Universal Music • CD
  • (2010) Pra gente fazer mais um samba • MP,B/ Universal • CD
  • (2010) Que Beleza (c/ grupo Ipanema) • Far Out (Inglaterra) • CD
  • (2004) Brasão de Orfeu • Selo Acari Records/Biscoito Fino • CD
  • (2001) Quintal do Pagodinho • Universal Music • CD
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Shows

  • Wilson das Neves (2016) Oi Casa Grande, Rio de Janeiro
  • “Wilson dos Novos” (2014) Sesc Vila Mariana, São Paulo
  • Wilson das Neves e Época de Ouro (2013) Sala Funarte Sidney Miller, Rio de Janeiro
  • Wilson da Neves – lançamento do CD “Se me chamar, ô sorte!” (2013) Teatro Rival, Rio de Janeiro
  • lançamento do CD “Pra gente fazer mais um samba” (2011) Teatro Arena, espaço Caixa Cultural, Rio de Janeiro
  • Wilson das Neves & Bnegão (2011) Teatro Rival, Rio de Janeiro
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.
  • CABRAL, Sérgio. Elisete Cardoso - Uma vida. Rio de Janeiro: Lumiar Editora, S/D.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (Ed.). Enciclopédia da música brasileira - erudita, folclórica e popular. 2 v. São Paulo: Arte Editora/Itaú Cultural, 1977.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (Ed.). Enciclopédia da música Brasileira - erudita, folclórica e popular. 3. ed. São Paulo: Arte Editora/Itaú Cultural/Publifolha, 1998.
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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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