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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

domingo, 12 de maio de 2013

Campinarte, tangos e outras delícias

Não se trata de nenhuma novidade e sim de algo que há muito se fazia necessário para deleite dos seguidores do blog Rádio Campinarte, aqueles que acompanham o nosso trabalho.
Pra falar a verdade, ainda faltam muitas lacunas que precisam ser preenchidas, mas aos poucos, com certeza, chegaremos lá.
Essa nova postagem apresenta uma seqüência que vai balançar literalmente o seu coração, além do Tango, escolhemos também, o Bolero, o Chá, Chá, Chá e a Rumba. Se não vejamos: 
O Tango por que... A temática é freqüentemente ligada à vida boêmia, com menção ao vinho, aos amores proibidos e às corridas de cavalos. As orquestras compunham-se inicialmente de bandolim, bandurra e violões. Com a incorporação do acordeão, a que seguiram a flauta e o bandoneom, o tango assumiu sua expressão definitiva. Dos subúrbios chegou ao centro de Buenos Aires, por volta de 1900. As primeiras composições assinadas surgiram na década de 1910, no período conhecido como da Guardia Vieja (Velha Guarda)...
(Na seqüência - Por una Cabeza, Mano a Mano, La Cumparsita)
 
O Bolero por que... Como em outros ritmos, sua origem não está muito clara. Mas a versão mais contada é que nasceu na Espanha (e não na Inglaterra ou França), onde formou suas características mais marcantes, passou pela França, até finalmente chegar à Cuba. Popularmente diz-se que o Bolero é uma espécie de avô de outros ritmos como o chá-chá-chá, salsa e mambo. Uma das danças mais românticas conhecidas, o bolero inspira amor e paixões proibidas. O bailarino Sebastian Cerezo foi quem popularizou o ritmo a partir das Sequildillas, bailados de cigana, cujos vestidos eram ornados com pequenas bolas, as “boleras”, que deu origem ao nome. No Brasil, o Bolero sofreu influência do Tango e agregou giros, caminhadas, cruzadas e outras variações tornando a dança mais atraente, criando o Bolero Carioca. A base da dança é o famoso “dois pra lá, dois pra cá”, mas sofre algumas variações dependendo do local. Em São Paulo, por exemplo, há quem ensine um pra lá, dois pra cá. Apesar de o Bolero ser um ritmo que influenciou outros mais modernos, ele não perde seu público. Pelo contrário, os amantes do Bolero são fiéis e muitos, românticos incorrigíveis.
(Na seqüência - Solamente Una Vez, Bésame Mucho, La Barca,) 
O Chá, Chá, Chá por que... É um estilo de dança latino-americano derivado da rumba, do mambo e do danzon cubano.
Na dança de salão é popularmente chamado por cha-cha. Inspirado no som dos pés dos dançarinos ao arrastá-los pelo chão, esse estilo acabou tornando-se independente, com características próprias de música e dança. Popularizou-se no mundo com as formações das Big Bands, onde havia claro predomínio de instrumentos de sopro.
O Cha cha existe hoje ainda no mundo de competição, da ballroom dance, e praticamente só nesse ambiente ele resiste enquanto dança. É uma música muito boa para se fazer coreografias para show.
(Na seqüência - Ritmando El Cha Cha Cha, Rico Vacilon, Babalu)
 
E a Rumba por que... O ritmo envolvente afro-cubano da rumba tem como característica marcante o canto e a percussão, além (é claro), da dança fascinante. A música ainda é muito forte em Havana, capital cubana, e também nas zonas rurais, sobretudo, entre os afro-descendentes. Reza à lenda que no final do século XIX, com a abolição da escravatura, os escravos libertos migraram para as periferias das cidades a procura de trabalho. O que possibilitou uma mistura de seus costumes com os costumes dos brancos locais de origem hispânica. A partir dessa mistura, teria se originado uma festa profana, denominada rumba.
Apresentando um caráter hibrido, por ter absorvido características de muitas culturas distintas da identidade cubana, a rumba é um verdadeiro mosaico cultural de diferentes gêneros de música e dança africana e caribenha. Suas primeiras manifestações surgiram no Congo (África), mas foi em Cuba, trazida por escravos, que o ritmo se consolidou, se tornando um dos mais importantes da música latino-americana.
(Na seqüência - No Se, No Se, La Rumbera, Rumbera de Seda)

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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