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 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.

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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

G. R. E. S. Estácio de Sá


Fundada por Miro, Caldez, Cândido Canário, Sidnei Conceição, Zacharias do Estácio, José Botelho, Maurício Gomes da Silva, Walter Herrice, Manuel Bagulho, entre outros, no dia 27 de fevereiro de 1955, no morro de São Carlos, tendo a vermelha e a banca como as cores de sua bandeira. Na década de 50, as escolas de samba do morro eram a Paraíso das Morenas e a Unidos de São Carlos (anteriormente Recreio de São Carlos), campeã em 1965 com o enredo "História do Teatro Municipal" (no Grupo 3), em 1973 com o enredo "Tra-lá-lá, um hino ao carnaval brasileiro" (no Grupo 2), em 1978 com "Céu de Orestes - Chão de estrelas" (no Grupo 2), em 1981 com "Quem diria, da monarquia à boemia, ao esplendor da Praça Tiradentes" (no Grupo 1-B) e, em 1983, com o enredo "Orfeu do carnaval" (no Grupo 1-B). Em 1984, a Unidos de São Carlos virou Estácio de Sá. Suas cores são vermelha e branca. A escola foi campeã do Grupo Especial em 1992, com o enredo "Paulicéia desvairada, 70 anos de Modernismo no Brasil". Em 1997, a Estácio de Sá foi rebaixada para o Grupo 1. Segundo Hiram Araújo, no livro "Carnaval - Seis mil anos de história", seus enredos em 1955 e 1956 foram, respectivamente, "Carmen Miranda", "Futebol carioca", não constando dados de colocação e grupo. No ano de 1957, a escola não desfilou. Em 1958, obteve o quarto lugar no Grupo 2, com o enredo "Homenagem a Alberto Santos Dumont"; Em 1959, alcançou o décimo primeiro lugar no Grupo 2, com o enredo "Marechal Rondon"; Em 1960, não desfilou. Em 1961, ficou em oitavo lugar no Grupo 3, com o enredo "Música, poesia e arte". Em 1962, obteve o quinto lugar no Grupo 3, com o enredo "Quatro séculos de glória da Bahia". Em 1963, ficou em oitavo lugar no Grupo 3, com o enredo "História da música brasileira". Em 1964, tirou o oitavo lugar no Grupo 3, com o enredo "Relíquias do Rio". Em 1965, alcançou o primeiro lugar no Grupo 3, com o enredo "História do Teatro Municipal". Em 1966, obteve o terceiro lugar no Grupo 2, com o enredo "História da Escola Nacional de Belas-Artes". Em 1967, atingiu o primeiro lugar no Grupo 2, com o enredo "Lendas e costumes do Brasil". Em1968, ficou em sétimo lugar no Grupo 1, com o enredo "Visita ao Museu Imperial". Em 1969: sexto lugar no Grupo 1, com o enredo "Gabriela, cravo e canela". Em 1970: sétimo lugar no Grupo 1, com o enredo "Terra de Caruaru". Em 1971: sexto lugar no Grupo 1, com o enredo "Brasil turístico". Em 1972: nono lugar no Grupo 1, com o enredo "Rio Grande do Sul, na festa do Preto Forro". Em 1973: primeiro lugar no Grupo 2, com o enredo "Tra-lá-lá, um hino ao carnaval brasileiro". Em 1974: nono lugar no Grupo 1, com o enredo "Heroínas dos romances brasileiros". Em 1975: décimo lugar no Grupo 1, com o enredo "A festa do Círio de Nazaré". Em 1976: décimo lugar no Grupo 1, com o enredo "Arte negra na legendária Bahia". Em 1977: décimo lugar no Grupo 1, com o enredo "Alô, alô Brasil, 40 anos de Rádio Nacional". Em 1978: primeiro lugar no Grupo 2, com o enredo "Céu de Orestes - Chão de Estrelas". Em 1979: oitavo lugar no grupo 1-A, com o enredo "Das Trevas à Luz do Sol, Uma odisséia dos Carajás". Em 1980: sexto lugar no Grupo 1-A, com o enredo "Deixa falar". Em 1981: primeiro lugar no Grupo 1-B, com o enredo "Quem diria, da monarquia à boemia, ao esplendor da Praça Tiradentes". Em 1982: décimo segundo lugar no Grupo 1-A, com o enredo "Onde há rede há renda". Em 1983: primeiro lugar no Grupo 1-B, com o enredo "Orfeu do carnaval". Em1984: sexto lugar no Grupo 1-A, com o enredo "Quem é você?". Em 1985: décimo lugar no Grupo 1-A, com o enredo "Chora chorões". Em 1986: décimo lugar no Grupo 1, com o enredo "Prata da noite - Grande Otelo". Em 1987: quarto lugar no Grupo 1, com o enredo "Tititi do Sapoti". Em 1988: nono lugar no Grupo 1, com o enredo "O boi dá bode". Em 1989: nono lugar no Grupo 1, com o enredo "Um, dois, feijão com arroz". Em 1990: quinto lugar no Grupo Especial, com o enredo "Langsdorff, delírio na Sapucaí". Em 1991: quinto lugar no Grupo Especial, com o enredo "Brasil - Brega e kitsch". Em 1992: primeiro lugar no Grupo Especial, com o enredo "Paulicéia desvairada, 70 anos de Modernismo no Brasil". Em 1993: sexto lugar no Grupo Especial, com o enredo "A dança da lua". Em 1994: décimo terceiro lugar no Grupo Especial, com o enredo "Saara - A estação chegou no lê-lê-lê do a-lá-laô". Em 1995: sétimo lugar no Grupo Especial, com o enredo "Uma vez Flamengo...". Em 1996: décimo lugar no Grupo Especial, com o enredo "De um novo mundo eu sou e uma nova cidade serei". Em 1997: décimo terceiro lugar no Grupo Especial, com o enredo "Através da fumaça o mágico cheiro do carnaval". Em 1998: oitavo lugar no grupo 1-A, com o enredo "Academia Brasileira de Letras, cem anos de cultura". Em 1999: terceiro lugar no Grupo 1-A, com o enredo "No passo do compasso, a Estácio no sapatinho". Em 2000: desfilou no Grupo de Acesso, com o enredo "Envergo mas não quebro". Em 2001: sétimo lugar no Grupo A, com o enredo "E aí, tem patrocínio? Temos: José' ". No ano de 2002 classificou-se em 8º lugar no Grupo de Acesso. Em 2006, reeditou uma samba-enredo do ano de 1984, "Quem é você", de Jangada, Darci Nascimento e Dominguinhos do Estácio, tendo como puxador Talarico, foi a vencedora do Grupo de Acesso, sendo promovida para o Grupo Especial. No ano de 2007 classificou-se em 13º lugar com uma nova versão do samba-enredo "O Tititi do Sapoti", antigo samba-enredo do ano de 1987, de Darcy do Nascimento, Djalma Branco e Dominguinhos do Estácio, com enredo do carnavalesco Paulo Menezes, sendo outra vez rebaixada para o Grupo de Acesso A. Em 2008 desfilou no Grupo de Acesso A, no qual se classificou em 7º lugar com o enredo "A História do Futuro", do carnavalesco Cid Carvalho. Em 2009 desfilou no Grupo de Acesso A com o enredo "Que Chita Banaca", do carnavalesco Cid Carvalho, que classificou a escola em quinto lugar naquele ano. Em 2010 desfilou no Grupo de Acesso A com o enredo "Deixa Falar - O Estácio é isso aí! Eu visto esse manto e vou por aí!", dos carnavalescos Chico Spinosa e Gebran Smera. No ano de 2011 a escola desfilou com o enredo "Rosas", do carnavalesco Marcus Ferreira, classificando-se em terceito lugar no Grupo de Acesso A. No ano de 2015 sagrou-se a campeã do Grupo de Acesso Série A, sendo este o seu quinto título neste grupo. Desta forma, a escola regressou ao desfile das Escolas do Grupo Especial do Rio de Janeiro no ano de 2016 a escola classificou-se em 12º lugar no Grupo Especial, desfilando com o samba-enredo "Salve Jorge! O Guerreiro na fé", de Édson Marinho, Adilson Alves, Jorge Xavier, André Félix, JB e Salviano, tendo como carnavalescos Amauri Santos, Chico Spinoza e Tarcísio Zanon; diretores de carnaval Nelson Souza e Marcão Silva; diretores de harmonia Julinho Fonseca e Marcos Alexandre; puxadores do samba Leandro Santos e Dominguinhos do Estácio; diretor de bateria Chuvisco; rainha de bateria Luana Bandeira; mestre-sala Márcio Souza; porta-bandeira Roberta Freitas; comissão de frente de Carlinhos de Jesus, além Coronel França como presidente de honra e Leziário Nascimento como presidente da escola, que foi reaixada para o Grupo de Acesso Série A para o defile do ano seguinte. BIBLIOGRAFIA CRÍTICA: ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006. AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 2ª ed. Esteio Editora, 2010. 3ª ed. EAS Editora, 2014.

dicionariompb.com.br/g-r-e-s-estacio-de-sa/dados-artisticos

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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