Homenageado do mês de Novembro / Paulinho da Viola / Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ / Compositor. Cantor. Instrumentista..

Campinarte Dicas e Fatos / O nosso jornal falado

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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Especial / Claudette Soares

Claudette Colbert Soares

31/10/1937 Rio de Janeiro, RJ

Cantora.

Começou sua carreira no programa "A raia miúda", de Renato Murce, na Rádio Nacional, apresentado diretamente do Teatro João Caetano (RJ). Em seguida, passou a se apresentar no "Programa do guri", de Silveira Lima, na Rádio Mauá. Dois anos depois, apresentou-se no programa "Papel carbono", de Renato Murce. De lá foi para a Rádio (...)

Dados Artísticos

No final dos anos 1950, foi convidada por Sylvinha Telles para substituí-la como cantora do Plaza (RJ). Na casa noturna, dividiu o palco com Luís Eça, João Donato, Baden Powell e Milton Banana, entre outros músicos.

Em 1960, convidada por Ronaldo Bôscoli, apresentou-se no show "A noite do amor, do sorriso e da flor", na antiga Faculdade de Arquitetura (...)

Discografia


  • (2012) A dona da bossa (Claudette Soares) – CD
  • (2008) A bossa sexy de Claudette Soares (Claudette Soares) – coletânea - CD
  • (2002) Claudette Soares & Leandro Braga (Claudette Soares e Leandro Braga) • CID • CD
  • (2000) Claudette Soares ao vivo (Claudette Soares) • Som Livre • CD
  • (1997) Casa da bossa (vários artistas) - participação • PolyGram • CD
  • (1996) Tempos da bossa nova (vários artistas) - participação • Ventura Music • CD




Especial / Claudette Soares - Programa Ensaio (1992)


quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Especial / Nelson Cavaquinho

Nasceu na Rua Mariz e Barros, no bairro da Tijuca, Rio de Janeiro. O pai, Brás Antônio da Silva, era contramestre da Banda da Polícia Militar e tocava tuba. A mãe, Maria Paula da Silva, foi lavadeira do Convento de Santa Teresa. O tio, também músico, juntamente com o pai e amigos, organizava, aos domingos, rodas de samba em sua casa.
Por volta de 1919, a família, fugindo de aluguel, mudou-se para a Rua Silva Manuel, depois para a Rua Joaquim Silva, ambas na Lapa.
Freqüentou a escola primária Evaristo da Veiga, abandonando o curso para trabalhar como eletricista. Na Lapa, fez amizade com os então chamados "valentes": Brancura, Edgar e Camisa Preta. Mais tarde, adolescente, foi morar com a família no subúrbio de Ricardo de Albuquerque para, finalmente, se estabelecerem em uma vila operária do bairro da Gávea, onde freqüentava os bailes dos clubes Gravatá, Carioca Musical e Chuveiro de Ouro, conhecendo músicos decisivos em sua formação, como Edgar Flauta da Gávea, Heitor dos Prazeres, Mazinho do Bandolim e o violonista Juquinha. Alguns desses músicos eram empregados de uma fábrica de tecido local. Do violonista Juquinha, receberia importantes noções de como tocar cavaquinho. Nesta época, Nelson Cavaquinho cunhou a sua marca e também a maneira peculiar de tocar o instrumento apenas com dois dedos, ganhando, a partir daí, o apelido de Nelson do Cavaquinho. Aos 16 anos, sem dinheiro para comprar o instrumento e pagar um professor, treinava em cavaquinho emprestado. Por essa época, trabalhava, também, como pedreiro e compôs a sua primeira música, o choro "Queda". Apresentou-o aos músicos amigos Juquinha, Eugênio, Mazinho e Filhinho, que formavam um conjunto de choro e samba. Logo depois, foi chamado para integrar o conjunto, que atuava em shows nos clubes da redondeza da Gávea. Ainda nesta época, freqüentava a roda de choro que acontecia na Rua da Conceição, no centro do Rio de Janeiro, na qual se reuniam músicos como os irmãos Romualdo e Luperce Miranda. Apesar de tocar bem o cavaquinho, era sempre necessário pedi-lo emprestado. Ao vê-lo nessa situação, Ventura, um jardineiro português, deu-lhe de presente o instrumento.Em 1931, conheceu Alice Ferreira Neves. Meses depois, arrastado para a delegacia pelo pai da moça, casava-se com Alice, com quem teve quatro filhos. O casal foi morar no subúrbio de Brás de Pina. O pai de Alice indicou-o para servir na Cavalaria da Polícia Militar. Por essa época, o pai de Nelson Cavaquinho alterou a sua certidão de nascimento para 29/10/1910, um ano mais velho, para que pudesse ingressar na cavalaria. Nelson Cavaquinho e seu cavalo de nome "Vovô" patrulhavam o Morro da Mangueira, local onde fez amizade com sambistas como Zé Com Fome (Zé da Zilda) e Carlos Cachaça. Ao conhecer Cartola, na Quadra da Mangueira, e depois de ficar muito tempo conversando com este, seu cavalo Vovô voltou sozinho para o Batalhão, o que ocasionou mais uma vez, a sua detenção. Ficar detido era comum naquela época, já que passava dias sem ir ao quartel, em decorrência da boemia. Sobre este fato narrou: "Eu ia tantas vezes em cana que já estava até me acostumado com o xadrex. Era tranqüilo, ficava lá compondo. Entre as músicas que fiz no xadrex está 'Entre a cruz e a espada' ". No ano de 1938, antes de ser expulso da corporação, conseguiu dar baixa e, separado da mulher e afastado dos filhos, ingressou, de vez, na boemia e dedicou-se à música. Foi morar na Mangueira em 1952.

Teve vários relacionamentos até que, no início da década de 1960, conheceu Durvalina, trinta anos mais nova do que ele, com quem viveu até a sua morte, ocorrida na madrugada de 18 de fevereiro de 1986, vitimado por um enfisema pulmonar.
Em sua homenagem, ao CIEP do bairro da Chatuba (em Mesquita), foi dado seu nome, graças aos esforços dos professores Sérgio Fonseca e Alda Fonseca. Na ocasião da inauguração, houve um show de Guilherme de Brito e Velha-Guarda da Mangueira.
Sobre sua forma de levar a vida, sempre na boemia, uma passagem muito interessante foi descrita pelo parceiro Eduardo Gundin que lembra do dia em que dirigindo o carro, ligou o rádio e passou a ouvir uma entrevista do compositor para o programa "Balance", da Excelsior. "A certa altura, o apresentador perguntou a Nelson quais eram os seus planos. E ele: 'Meus planos? O Gudin vai passar aqui para me pegar e vamos beber no Bar do Alemão'".

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Memória / Capiba

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Lourenço Fonseca Barbosa - *28/10/1904 Surubim, PE / + 31/12/1997 Recife, PE
Compositor. Instrumentista.  Foi o 10º filho de uma família de 13 irmãos. Em 1907, com três anos de idade, mudou-se com a família para a cidade do Recife. Seu pai, Severino Atanásio de Souza Barbosa, era orquestrador, arranjador, professor de música, tenor de igrejas, clarinetista e violinista.

Em 1924, ao chegar a João Pessoa para estudar, recebeu a notícia do falecimento da mãe em Recife, vítima de cirurgia mal sucedida. Na ocasião, compôs com o irmão Antônio a valsa "Lágrimas de mãe", que seria sua primeira música editada, mandada por ele a São Paulo, para a Oficina Graphica-Musical Campassi & Camin.
SAIBA MAIS

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

HOMENAGEM / GERDAL DOS SANTOS



Gerdal dos Santos é ator. Ele nasceu na cidade do Rio de Janeiro, em 27 de outubro de 1929. Seu nome completo é Gerdal Renner dos Santos. Apesar de ter começado cedo na vida artística, também estudou Direito e formou-se como advogado.
Sua estréia foi quando ainda era menino, em 1942, no elenco infantil da Associação Brasileira de Críticos Teatrais e na Rádio PRG-4. Aos treze anos já interpretada textos de autores famosos. E no elenco havia gente de nome, como: Ida Gomes, Paulo Gracindo. Abel Pêra, Manuel de Nóbrega. Amélia de Oliveira, Nena Martinez . Era, portanto, ator-mirim de rádio.
Também foi chamado para o cinema e em 1943, e participou do filme: " Moleque Tião", de José Carlos Burle, com o famoso Custódio Mesquita, com Grande Otelo e Lourdinha Bittencourt.
Passou a trabalhar na Rádio Globo, do Rio de Janeiro, onde foi se destacando, contracenando com a maior estrela da emissora à época, que era Zezé Fonseca. Também participou do programa: " Consultório Sentimental", de Helena Sangirardi.
Pouco depois, Gerdal dos Santos passou a atuar em televisão, no canal carioca TV Rio, em novelas, como: "Jerônimo, Herói do Sertão"," O Anjo", " Presídio de Mulheres". Participou do programa que teve grande audiência, que foi o: " A Felicidade Bate à Sua Porta', com Yara Salles e Emilinha Borba. Também esteve no programa de Almirante: " Incrível, Fantástico, Extraordinário".
Quando veio de golpe militar de 1964, porém, Gerdal dos Santos e mais 35 colegas foram demitidos do trabalho. Com isso Gerdal se dedicou mais à carreira de advogado, chegando a trabalhar bastante, em favor dos colegas e amigos, que estavam vivendo momentos difíceis. Gerdal foi anistiado em 1970, portanto seis anos depois.
Gerdal dos Santos passou a apresentar o programa de Luiz Carlos Saroldi: "  Onde Canta o Sabiá" e "Parada de Todos os Tempos", de Osmar Frazão.
Gerdal dos Santos é escritor e membro da Academia Guanabara de Letras, da Academia Brasileira de Jornalistas, e da Academia de Letras e Artes Paranapuã. Faz parte do Cenáculo Brasileiro de Letras e Artes e do Salão Poesia e Artes.

Memória / Pery Ribeiro


Morreu hoje (24/02/2012), no Hospital Universitário Pedro Ernesto, em Niterói, aos 74 anos, o cantor e compositor Pery Ribeiro. Ele sofreu um enfarte fulminante.
A mulher de Pery, a empresária Ana Duarte, informou que o cantor estava internado havia 30 dias para tratamento de uma endocardite e tinha alta programada para esta semana. O velório será na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, na Cinelândia.
Peri Oliveira Martins nasceu no Rio de Janeiro no dia 27 de outubro de 1937. Era filho de Dalva de Oliveira e Herivelto Martins. Tinha seis irmãos (quatro por parte de pai, um de pai e mãe, e uma irmã adotiva, por parte de mãe). Foi um grande admirador da obra artística de seus pais, e através deles conseguiu se decidir e apreciar a música, seguindo a carreira de cantor.

Despontou como cantor ainda na infância, e logo se tornou sucesso. Na chegada à adolescência passou a fazer shows profissionais.
Mais tarde no anos 50, passou a adotar o nome artístico de Pery Ribeiro, por sugestão do radialista César de Alencar. O primeiro disco foi gravado em 1960, mesmo ano em que estreou como compositor com a música "Não Devo Insistir", com Dora Lopes. Em 1961 foi o intérprete de Manhã de Carnaval e Samba de Orfeu, ambas de Luiz Bonfá e Antônio Maria.
Pery gravou a primeira versão comercial da canção Garota de Ipanema, sucesso em todo o mundo, além de 12 discos dedicados à Bossa Nova. A partir da década de 1970, desenvolveu trabalhos mais jazzísticos, ao lado de Leny Andrade, viajando pelo México e Estados Unidos, onde atuou também ao lado do conjunto de Sérgio Mendes.
Entre os 50 troféus e 12 prêmios que ganhou, estão o Troféu Roquette Pinto, o troféu Chico Viola e o Troféu Imprensa. Foi apresentador de programas de televisão e participou de alguns filmes no cinema nacional.
Jornal do Brasil

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Especial / Dóris Monteiro

Adelina Dóris Monteiro /  23/10/1934 Rio de Janeiro, RJ
 

Biografia

Cantora. / Começou a cantar ainda adolescente, participando, em 1947, do programa "Papel carbono", de Renato Murce, levado ao ar pela Rádio Nacional. No ano seguinte, foi apresentada a Almirante, diretor da Rádio Tupi, pelo cantor Alcides Gerardi. Submetida a um teste para cantora, foi aprovada e começou a participar dos programas musicais da rádio.

Dados Artísticos

Começou sua carreira profissional em 1951, aos 17 anos de idade, como cantora da Rádio Tupi, tendo trabalhado na emissora durante oito anos. Ainda em 1951, gravou seu primeiro disco, em 78 rpm, pela gravadora Todamérica, com os sambas "Se você se importasse", de Peterpan, que ficou em primeiro lugar nas paradas de sucesso durante três meses, e "Fecho meus olhos...vejo (...)

Discografia

  • (1996) Dóris Monteiro & Tito Madi: Brasil samba-canção • Sony • CD
  • (1994) Dóris Monteiro • Continental • CD
  • (1992) Samba canção • Sony Music • CD
  • (1989) Grandes intérpretes do Projeto Brahma • LP
  • (1989) Noel Rosa com vários intérpretes • PolyGram • LP
  • (1986) Essas mulheres • Continental • LP

Shows

  • Cassino de Punta del Este, Uruguai.
  • Shows com Dorival Caymmi em Lisboa e Coimbra, Portugal.
  • Shows em Osaka, Nagoya e Tóquio, Japão.

Bibliografia Crítica

  • AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.
  • CARDOSO, Sylvio Tullio. Dicionário Biográfico da música Popular. Rio de Janeiro: Edição do autor, 1965.
  • MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume 2. São Paulo: Editora: 34, 1999.
  • SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume1. São Paulo: Editora: 34, 1999.

Crítica


Há certos cantores que extrapolam sua própria importância e são considerados como “históricos”.

Dóris Monteiro começou em pleno início da década do samba-canção, 1950. Mas, apesar de ter cantado todos os sambas doloridos que tinha direito, Dóris sempre teve dentro dela a descontração (...)

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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