Homenageado do mês de Novembro / Paulinho da Viola / Paulo César Batista de Faria - 12/11/1942 Rio de Janeiro, RJ / Compositor. Cantor. Instrumentista..

Campinarte Dicas e Fatos / O nosso jornal falado

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Quem Somos?


 A Rádio Campinarte na verdade é um blog com o objetivo de divulgar, promover e na medida do possível gerar renda para os artistas (músicos) em particular do Terceiro Distrito de Duque de Caxias no Rio de Janeiro.
Um blog com cara de rádio, notícias do mundo do rádio, cantores do rádio.Um blog que tem como uma de suas principais bandeiras os novos talentos sem esquecer dos grandes nomes da música popular brasileira de todos os tempos; sem esquecer os pioneiros, os baluartes, os verdadeiros ícones da era de ouro do rádio. Fazemos isso para que esses novos talentos não percam de vista nossas referências musicais que até hoje são veneradas mundo a fora - uma forma que encontramos de dizer um MUITO OBRIGADO àqueles que nos proporcionaram (e continuam proporcionando) com suas vozes, suas músicas, momentos de paz e alegria. Uma maneira de agradecer a todos que ajudaram a compor as trilhas sonoras de milhões e milhões de pessoas.
Este blog irá gradativamente estreitar os seus laços com as Rádios Comunitárias que desenvolvem um papel importantíssimo em nossos bairros.
A Rádio Campinarte tem (fundamentalmente) um compromisso com a qualidade e o bom gosto / e qualidade e bom gosto nos vamos pinçar nos nossos bairros, o que nós queremos mesmo é fazer jus ao nome: RÁDIO CAMPINARTE - O SOM DAS COMUNIDADES.


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O SHOW DO COMÉRCIO DO CAMPINARTE

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Especial / Paulão Sete Cordas

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Paulo Roberto Pereira de Araújo
 29/9/1958 Rio de Janeiro, RJ


Biografia

Arranjador. Instrumentista (violonista).

Nasceu no bairro do Estácio. Foi criado no bairro do Jacarezinho, 

subúrbio do Rio de Janeiro.
Descendente de família de músicos, seu avô, João Gonçalves de Araújo, tocava clarinete.
Ainda menino, conviveu com os grandes compositores da Mangueira, 

freqüentando os ensaios da bateria (...)
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Dados Artísticos

Aos 20 anos, iniciou a sua carreira acompanhando Nelson Cavaquinho durante dois anos.
Na década de 1980, fez a direção musical dos discos das velhas-guardas da Portela 

('Doce recordação', 1986) e Mangueira ('Mangueira chegou', 1989) produzidos
 por Katshonuri Tanaka para o mercado japonês.
No ano de 1994, fez a a produção musical do (...)
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Discografia

  • (2012) songbook Roda de Choro 1 (participação) • Choro Music • CD
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Shows

  • Paulão Sete Cordas e grupo Pé de Moleque convida Fabiana Cozza – 
  • “Festival Rival 80 Anos” (2014) Teatro Rival, Rio de Janeiro
  • Homenagem a Walter Rosa. (vários). Teatro João Caetano, RJ.
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Bibliografia Crítica

  • ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira 
  • - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: 
  • Instituto Antônio Houaiss,
  •  Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
  • AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008. 
  • 3ª ed. EAS Editora, 2014.
dicionariompb.com.br/paulao-sete-cordas

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Memória / Evaldo Braga


Evaldo Braga
 28/9/1947 Campos, RJ
 31/1/1973 Três Rios, RJ

Biografia

Cantor. Compositor.
Teve infância muito pobre, vivendo parte dela nas ruas. Não conheceu os pais e chegou a ser interno no extinto SAM (Serviço de Amparo ao Menor), depois FEBEM.
Declarou em entrevistas sua grande tristeza por não conhecer os pais. Passou a ter uma grande depressão ao saber que sua mãe teria sido uma prostituta e que o abandonara (...)
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Dados Artísticos

Um dos grandes ídolos da "música brega", travou os primeiros contatos artísticos quando trabalhou como engraxate na porta da rádio Mairink Veiga. É autor do clássico "Sorria, sorria", que conheceu diversas gravações, entre as quais, a de Agnaldo Timóteo. Em 1969, conheceu o produtor e compositor Osmar Navarro, que o levou para gravar (...)
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Obras

  • Alguém que é de alguém (c/ Carmen Lúcia)
  • Eu me arrependo (c/ Carmen Lúcia)
  • Eu não sou lixo (c/Pantera)
  • Meu Deus (c/ Dante e Alcides de Oliveira)
  • Não Importa - com Carmen Lúcia
  • Nunca mais (c/ Cezão)
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Discografia

  • (1993) O melhor do ídolo negro • Polydor • LP
  • (1972) O ídolo negro • Polydor • LP
  • (1972) Nunca Mais, Nunca Mais/Meu Deus/A Cruz Que Carrego/Eu Desta Vez Vou Te Esquecer (Lucky People) • Polydor • Compacto Duplo
  • (1972) Todas as Noites/Nunca Mais, Nunca Mais • Polydor • Compacto simples
  • (1972) O ídolo negro-Vol.2 • Polydor • LP
  • (1971) Só Quero/Por Uma Vez Mais • Polydor • Compacto simples
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dicionariompb.com.br/evaldo-braga

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

O melhor da música clássica

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segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Criadora de padrão popular e de qualidade, Rádio Nacional completa 80 anos | Agência Brasil


Paulo Virgílio - Repórter da Rádio Nacional

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Em meados dos anos 30 do século passado, o rádio, que havia chegado ao Brasil na década anterior, pelas mãos do educador Edgard Roquette Pinto, passa a despertar o interesse dos grandes jornais , a mídia dominante e quase exclusiva da época. O país vivia a efervescência política da Era Vargas, que resultaria, pouco depois, na ditadura do Estado Novo, e nesse contexto, surgem em 1935, na então capital da República, as rádios Jornal do Brasil, do tradicional matutino pertencente ao conde Ernesto Pereira Carneiro, e a Rádio Tupi, emissora pioneira do magnata da imprensa Assis Chateaubriand. E, no ano seguinte, a Rádio Nacional, empreendimento do vespertino A Noite, o mais influente da época no Rio de Janeiro.
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Inaugurada em 12 de setembro de 1936, a Rádio Nacional surgiu como emissora privada, mas acabou estatizada em 1940, juntamente com o jornal que a fundou, em crise financeira desde a ousada construção de sua sede, o Edifício A Noite, primeiro arranha-céu da América do Sul. E foi a partir daí que criou o padrão brasileiro de um rádio popular com alta qualidade técnica e artística, conquistando ouvintes de todo o país e tornando-se, nos anos 40 e 50, a principal emissora latino-americana.
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A rádio, que comemora hoje (12) seus 80 anos de existência, foi inovadora em sua época áurea, ao apresentar uma variada grade de programação, capaz de atrair vários segmentos da audiência. Programas de auditório, de humor, radioteatro, de esporte e de radiojornalismo – no qual o Repórter Esso, lançado em 1941, foi o pioneiro dos informativos das rádios brasileiras – eram os destaques desse mix.
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Nenhuma outra emissora da era da música ao vivo no rádio chegou a contar, como a Nacional, com três orquestras, maestros e arranjadores de renome, como Radamés Gnattalli, e um elenco de músicos e cantores que incluía nomes como Emilinha Borba, Marlene e Cauby Peixoto, os mais populares do país nos anos 1940/50.
Matriz de um modelo de programação que nas décadas seguintes seria copiado pelas emissoras de televisão, a Nacional consagrou apresentadores como César de Alencar, Paulo Gracindo, Almirante e Paulo Roberto, humoristas como Brandão Filho e radioatores como Mario Lago e Daisy Lúcidi, ainda hoje integrante dos quadros da emissora.
>> Confira o especial dos 80 anos da Rádio Nacional
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Nos anos 1960, quando a comunicação brasileira vivia a transição entre a era do rádio e o domínio da TV, a Rádio Nacional sofreu um grande baque, de natureza política. Comprometida com a defesa da democracia, nos dias que antecederam o golpe de 1964, a emissora foi invadida  por militares e teve 36 artistas e jornalistas demitidos.
Foi uma ruptura que gerou um verdadeiro divisor de águas na história da Rádio Nacional. Com a anistia, em 1979, alguns sobreviventes do expurgo retornaram à emissora, como o radialista Gerdal dos Santos, ainda hoje apresentando programas na casa.
Com a criação da Radiobrás, em 1976, a emissora passou a integrar uma rede de comunicação pública capitaneada pela Rádio Nacional de Brasília. Essa rede se amplia, com a criação em 2005 da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), que incorporou a TV Brasil e as rádios MEC(AM e FM).
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Um ano antes, a emissora teve seu famoso auditório restaurado e reinaugurado com a presença de estrelas de sua época de ouro, como os cantores Emilinha Borba, Marlene e Cauby Peixoto, e de autoridades, entre elas o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A partir daí, voltou a apresentar programas ao vivo, direto do auditório.  
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Em 2012, a Rádio Nacional deixou o Edifício A Noite, seu endereço durante 76 anos, transferindo-se para as instalações da TV Brasil, na Avenida Gomes Freire, na Lapa, onde funcionou a antiga TV Educativa, também na região central do Rio.
O motivo da mudança foi a necessidade de reformas no prédio, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), mas as obras até hoje não aconteceram, e o edifício, projetado pelo arquiteto francês Joseph Gire em estilo Art-déco e localizado na agora revitalizada Praça Mauá, será colocado à venda pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU).

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22 de Novembro é dia de Santa Cecília...

Padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.
A santa dos músicos
Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.

Mito grego
Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.
Fonte: UFGNet

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